COMUNICADO

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

GOSTOSAS.







GIFS.


CAVALA.







A COR DO PECADO.







GIFS.


CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 4)



         Meu Trabalho, Meu Prazer. ( História 4 )
Como já disse no meu primeiro conto, todas as histórias aqui contadas, realmente aconteceram, nos meus quase trinta anos trabalhando como Garçom, em vários Motéis no Rio de Janeiro, e ai vamos com mais uma história.
   Essa, foi a minha última aventura, com clientes, no motel em que eu trabalho, foi uma coisa rápida, mas deliciosa, e o mais interessante, não consegui, ver o rosto da deliciosa loira que por mais ou menos quarenta minutos, deixou que eu a fodesse gostoso enquanto mamava deliciosamente o caralho do marido, amigo, amante ou seja lá o que eles eram.
   Era um domingo, estava começando a trabalhar, casa cheia, muito trabalho, mas isso nunca importou, pois o trabalho é extremamente gratificante, divertido e prazeroso, eram mais ou menos umas 21:30 hs, quando fui servir um cuba-libre em uma de nossas dependências, toquei a campainha e entrei, coloquei o drink em cima da mesa, e olhei para dentro do quarto, pois a porta que dá acesso, estava entreaberta, alguém tomava banho, pois ouvia o som da água caindo, na mesa já havia uma garrafa de refrigerante que o casal trouxe consigo, como fazia de costume, ao ver uma porta entreaberta, demorava um pouco mais para sair do apartamento, esperando alguma novidade, mas nada aconteceu, sai e fechei aporta, quando estou caminhando pelo corredor, de volta para a copa, ouço pancadas na porta, volto, abro, e o rapaz está em pé na saleta, e me pede para que lhe sirva dois copos com gelo, peço licença e vou pegar o gelo.
   Toco novamente a campainha, com os dois copos com gelo na bandeja, abro a porta, o cara está sentado na saleta, achei meio estranho, pois como já não ouvia barulho de água no banheiro, e não via nenhum movimento dentro do quarto, achei que o cara estava sozinho e estava querendo brinca comigo, coloquei os copos na mesa, e ele me pediu, para dali a uns 30 minutos lhe servisse mais dois copos com gelo, e que ele queria que eu o ajudasse com um problema que estava acontecendo com ele, fiquei mais encabulado ainda, mas como para mim, não existia tempo ruim, sempre gostei da sacanagem, não importando qual fosse, concordei, me despedi e voltei a trabalhar, no tempo por ele pedido, toquei a campainha novamente com mais dois copos com gelo, coloquei na mesa e fiquei aguardando que ele viesse me atender pois queria saber qual era o problema que ele queria que eu o ajudasse, ele sai, pede para que eu entre no quarto, e me disse que a esposa estava com problemas na “borboletinha”, dei um sorriso assim meio sem garça, fechei a porta por dentro, para que ninguém entrasse na saleta e fui para o quarto, o cara apagou a luz do quarto, abriu a porta do banheiro e falou: “amor, amostra a sua borboletinha para ele, que ele disse que vai nos ajudar com o problema dela.” Ao abrir a porta, o quarto fica mais claro, com a iluminação que sai pela porta, sai uma loira nua, com a cabeça baixa e os cabelos por cima do rosto, não olha para mim, deita-se na cama, abre as pernas, e arreganha uma maravilhosa boceta, carnuda, totalmente depilada e com uma enorme borboleta tatuada em volta da boceta, nossa que tatuagem linda, deixava mais linda ainda aquela boceta que por si só já era maravilhosa, o cara vira para mim, e pede, examina a borboletinha dela, beija, chupa, faz o que quiser, para ver se dá um jeito , não perdi tempo e cai de boca naquela borboletinha linda, nossa que buceta cheirosa, macia e deliciosa, enquanto eu chupava ela se contorcia toda na minha língua, o cara foi para o outro lado da cama, e colocou a piroca na boca dela e começou a socar, ela chupava rebolava, gemia, assim meio engasgada, e como se contorcia na minha língua, depois de um tempo, ele pediu para que eu parasse, parei e me levantei, ele a mandou fuçar de quatro, o que ela fez,ele deu a volta na cama, abriu bem as pernas dela deixando-a toda arreganhada, pegou no meu cacete e o direcionou para a entrada daquela linda boceta, mais linda ainda naquela posição, toda aberta, como se implorando que algo a penetrasse, entrei com vontade, e fiquei socando naquela boceta, e ele abrindo a bunda dela, dava alguns tapas, fazendo ela gemer e rebolar, depois de algum tempo, ele saiu de onde estava e entrou por baixo dela, caindo de boca no grelinho dela, enquanto ela se engasgava com a s estocadas dele bem fundo em sua boca, em alguns momentos, sentia a língua dele em minhas bolas e em alguma parte do meu penis que ficava de fora, para ver até onde ia, deixa meu pau todo para fora, só com a cabecinha dentro dela, e sentia sua língua percorrer todo o resto, como se quisesse colocá-lo na boca, eu como gosto de deixar brecha, tirei meu pau, para fora, deixando ele todo para ele, mas não passou de lambidas, coloquei dentro novamente e voltei a bombar com vontade, pois já estava demorando demais, e poderia ter problemas, mais uma s gostosas estocadas, o cara começa a urrar e avisa a gostosa que vai gosar, ela aumenta a velocidade das chupadas, eu aproveito e também começo a socar com mais força, pois queria vê-la recebendo leite na boceta e na boquinha, o cara urra, grita e gosa fartamente, e eu claro que também já estava chegando lá, explodo em uma gosada alucinante, encho aquela linda borboletinha com o meu espesso leite, espero um pouquinho, até meu pau começar a amolecer e vou saindo lentamente, e vejo o meu leitinho escorrendo da linda borboletinha, e o cara ainda chupando o grelinho dela, recebia e engolia o leitinho, sem cerimônias.
Fui ao banheiro me limpei, arrumei a roupa, e voltei ao meu trabalho, o casal não pediu mais nada durante a noite toda, e ao sair de serviço pela manhã, eles ainda estavam hospedados, e nunca mais vi aquela linda e deliciosa borboletinha.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

DESCOMUNAL







CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 3)


          Meu Trabalho meu prazer. (História 3)
      A história que hoje vou contar aconteceu no mesmo motel, em que trabalhei e aconteceu a minha história anterior, e olha jamais vi alguém gostar de pica como essa morena delicia que, lá conheci, sem exagero, uma delicia de mulher, ninfomaníaca, sim isso mesmo, pois se tivessem 10, ela transaria com os 10, era sair um e poderia entrar outro, e ai por diante.
      Eu já havia ouvido comentários sobre ela, mas ainda não a conhecia, até que uma bela noite, servindo um casal, normalmente, como todos os que sirvo, na segunda vez em que levo o pedido, vem aquela morena linda, enrolada na toalha, entro normalmente, pedindo licença e a olhando nos olhos, nossa que sorriso lindo, encantador, que boca deliciosa, que rosto lindo, com o cabelo molhado, em desalinho, uma boa parte por sobre o rosto, dando a ela aquela sensualidade natural, sem nada trabalhado , quase inocentemente, ao me virar para a mesa, para colocar a cerveja e os copos na mesma, continuo a olhando com minha visão periférica, e vejo que ela abre a toalha, para novamente fechá-la em volta do corpo, acho que a mesma estava escorregando ou um pouco larga em seu corpo, mesmo só a vendo com minha visão periférica, notei nitidamente as marquinhas deixadas, pela sua roupa de banho, aquelas marquinhas mínimas, lindas, branquinhas, contrastando com aquela deliciosa pele morena, nossa eram realmente pequenas as marquinhas, e ao me virar novamente ficando de frente para ela, não resisti, e com todo carinho e cuidado, para não assustá-la, nem me colocar em má situação, elogiei-a e me fiz de pobre coitado,reclamando que pela posição em que estava não ter podido contemplar todo aquele esplendor, ela sorriu, com aquela boca linda e aqueles dentes brancos certinhos, lindos, depois do sorriso, me senti mais liberto, para entrar mais um pouquinho, e pedir algo mais, o que fiz, pedi para que ela me deixasse vê-la totalmente despida, a morena linda, me disse sorrindo que não podia naquela hora, mas que se eu a continuasse servindo, que talvez ela arrumasse novamente a toalha como havia feito, eu estando de frente para ela, sorri, implorei mas o que consegui, foram somente promessas.
      Ao chegar na recepção, pedi ao meu companheiro de trabalho, para que se ela pedisse alguma coisa, ele me deixasse servir, e expliquei o porque, ele me perguntou como ela era, eu detalhei ela por inteiro, mesmo não a vendo direito, o que ele me disse, vou deixar sim, pois você sozinho não dá conta dela mesmo, ela vai querer mais alguém depois que você sair, e deu uma risada, perguntei porque ele me disse aquilo, e se ele já a conhecia, ele a chamou pelo apelido que todos já a chamavam, apelido esse que ficou conhecido, pela posição em que ela adorava a transar com o pessoal, era assim, em pé, com um pé apoiado na cadeira, e o cara se encaixava pela frente, ela agarra-se ao pescoço do sujeito, e poderiam bombar a vontade que para ela estava ótimo, se acabava de gosar nessa posição, mas também transava em outras posições, mas para ela essa era a escolhida.
    Depois desse relato, fiquei morrendo de curiosidade e vontade de ver e transar com aquela delicia de morena, e assim sofri por um bom tempo, na ansiedade de que ela fizesse logo mais um pedido, após um grande e sofrido tempo de espera, eis que a campainha toca e é o apartamento dela, pedindo uma cerveja, nossa nunca cheguei mais rápido em um apartamento, como naquele dia, meu amigo rolou de rir com a minha euforia, toquei a campainha, ela, não veio enrolada na toalha, mas simplesmente segurando a toalha na frente do corpo, deixando ver parte dos seios, e já saiu do quarto com aquele sorriso lindo e delicioso, coloquei a cerveja na mesa, e me virei para ela, fazendo cara de pidão, implorei para que ela deixasse a toalha cair, ela com o dedinho na boca, me fez sinal para ficar em silencio, e foi lentamente deixando a toalha deslizar em seu lindo corpo, meu Deus, que coisa maravilhosa, estava ali, totalmente nua, que corpo lindo, que seios maravilhosos, e a marquinha, do biquíni, que coisa linda, pela marca notava-se que era simplesmente mínimo, mau cobria o bico dos seios, parecia ser aqueles do tipo cortininha, em que a mulher regula o tamanho e a posição em que ela quer que fique sobre os seios, e a parte de baixo, dava para notar que se ela abrisse um pouco as pernas, o biquíni entraria em sua boceta, de tão mínima era a marca, e que boceta linda, totalmente depilada, lisinha, fique na hora de pau duro, e dei uma alisada, para que ela notasse a minha excitação, o que a fez me olhar com aquela carinha de safada, tarada, perguntei se poderia tocá-la, ela balançou a cabeça com o sinal negativo, forcei a barra e tentei tocá-la, o que aconteceu me deixou sem ação, ela com as duas mãos no meu peito, me empurrou de encontro a parede, me prendeu assim colocou a mão na minha boca para que nada falasse, foi se abaixando, ficando de cócoras, abriu minha calça, puxou meu pau para fora com tanta voracidade que tive medo que ela me machucasse, cheguei a me retrair um pouco, ela olhou para mim e sorriu novamente e continuou com o que havia começado, enfiou toda aminha piroca na boca de uma vez, sem ao menos dar um beijinho, foi com tanta vontade que ela o enfiou na boca, que parecia que queria engoli-lo, e assim começou uma das mais deliciosas chupadas que eu já havia levado em toda a minha vida, ela beijava, chupava, lambia, mordia, voltava a chupar, e não parava, tive que muito me controlar para não gosar em sua linda boquinha, e assim continuava a chupar com maestria, e segurando meu pau com uma das mãos, começou a alisar os seios com a outra, e foi descendo e alisando sua buceta, massageando seu clitóris, a principio com carinho, mas com o tempo, foi aumentando o ritmo, e em pouco, minutos, chupava e gemia, e continuava com toda aquela volúpia que começou, não se cansava, eu quase já não agüentando, tentei levantá-la, para procurar uma posição para poder enfiar meu membro em sua linda e depilada bocetinha, o que ela não deixou, deu um tapa na minha mão e continuou a chupar, e a me matar de prazer, me segurei e com muito esforço e concentração, consegui, deixar com que aquele monumento de mulher se sentisse satisfeita com seu excepcional boquete, ela depois de tanta violência, foi se acalmando e começou chupar com mais carinho, até que olhando nos meus olhos, foi se levantando e ficando na posição em que ela adorava meter, e foi me puxando pelo pau, e encaixando entre seus macios e deliciosos lábios vaginais, quando senti que estava na portinha, forcei e fui entrando devagar, sentindo aquele calor, abraçar meu penis por inteiro, que buceta quente e macia, meti assim por um bom tempo, até que senti um certo desconforto com a posição, e sai de dentro dela, claro que com ela reclamando, mas disse no seu ouvido, que queria em outra posição, ela sorriu, e deixou com que eu a colocasse como queria, deitei-a com o tronco sobre a mesa, abri o Maximo suas lindas perna, com aqueles pelinhos dourados, essa coloração que as mulheres adoram fazer, e ficam realmente lindas se forem morenas, me encaixei por traz dela e fui penetrando ela deliciosamente e passei a estocá-la, hora com força, hora com mais calma, tentando tirar assim o maxi mo de prazer daquele pedaço de morena de enlouquecer qualquer um, e a visão daquela bunda morena linda, grande, dura na medida certa, nada muito bombado, somente obra da natureza, linda com aquela marquinha mínima, em forma de triangulo, eu segurava abria e metia em sua buceta enquanto notava o seu cúzinho piscando, me convidando a penetrá-lo, o que eu tentei depois de um tempo, parei de bombar, tirei meu pau e dei duas pinceladas, no seu cuzinho, ela piscou, trancou, enfiou a mão por baixou pegou no meu pau e o conduziu novamente para a sua boceta e quando eu comecei a bombar novamente ela me disse que naquele dia ela não estava afim de dar a bundinha, disse que em uma outra oportunidade talvez ela o fizesse, continuei, e por mais um tempo bombei em sua boceta, enquanto uma mão as vezes acariciava seu clitóris, outras acariciava e apertava seus seio, e ela gemia, esperneava, xingava e pedia mais, pedia para fode-la com força, que ela queria gosar mais, cansei da posição, e sai de dentro dela, claro que com reclamação dela, disse que queria em outra posição, ela parou de reclamar, peguei a toalha que estava no chão, forrei, pois o tapete era assim tipo nylon, e aquilo queima, machuca se ficarmos roçando, pedi que ela deitasse de bunda para cima e abrisse as pernas, ajoelhei-me por traz dela, e por alguns instantes, fiquei a admirar aquela deliciosa visão, ela ficou encabulada e olhou para traz, com carinha de quem pergunta:” o que te fazendo ai?” sorri e lhe disse : estou apreciando toda a sua beleza, e achava que tudo era um sonho, ela, sorrindo me disse, para de sonhar, volta a realidade e bota essa piroca na minha buceta logo, que eu quero gosar porra, sorri, e deitei me por cima dela com as mão apoiadas no chão fui colocando devagarzinho, quando der repente ela joga a bunda para traz, forçando a entrada, até quase o saco entra, com tanta violência que ela usou, e assim ficou ela comandando os movimentos, e mantinha-me com as mãos apoiadas no chão, mantendo meu corpo um pouco levantado, enquanto ela rebolava e empurrava sua bunda para cima, fazendo com que meu pau entrasse por completo, ela rebolava e gemia, gritava, esperneava, até que me cansei e deixei meu corpo cair sobre ela e comecei eu a meter, enquanto ela tentava rebolar e gemia querendo mais, pedindo para que eu mordesse suas costas, o que fiz com bastante vontade, meti nessa posição até não agüentar mais e dar uma deliciosa gosada bem fundo em sua boceta, relaxei, deitei me a seu lado, ela mais que depressa, pegou meu pau com carinho, e começou a chupá-lo, agora com carinho, sugando todo o liquido que havia ficado no canal e na glande, chupou por alguns minutos e disse, que iria entrar, pois já havia demorado demais e alguém poderia ter acordo, o que descobri depois, que era mentira, que o cara estava o tempo todo acordado e sabia e gostava do que ela fazia,voltei ao meu trabalho, e o meu amigo reclamou, disse que eu havia demorado muito, pedi desculpas e ele me disse que o próximo pedido ele levaria, fiquei contrariado, mas como já havia provado daquela delicia, deixei, o que ele fez, e pelo tempo que demorou, também se deliciou naquela deliciosa morena, levando um pedido em um apartamento ao lado, vi que a porta do quarto, estava entreaberta, e na curiosidade abri devagar e olhei, para a minha surpresa, um arrumador, estava engatado na morena, na posição que ela adora, fiquei por um tempo olhando e sai, sem que fosse percebido, ao chegar perto do garçom que trabalhava comigo aquela noite, comentei a ele o ocorrido, e o que ele me disse, me espantou, ele me disse que não precisava ela pedir nada, bastava alguém tocar a campainha, que ela já sabia que alguém queria trepar com ela e ela já saia do quarto nua, não acreditei muito, e sai sorrindo, já quase Amanhecendo, pensando naquela deliciosa morena, fiquei excitado, e lembrei-me do que o garçom me disse, pensei, vou tirar a prova, cheguei perto dele e disse, vou ver se o que você disse é verdade, ele riu e disse pode ir que você vai ver, fui, toquei a campainha abri a porta, e esperei, já estava quase desistindo, quando ouço alguém mexendo na maçaneta da porta do quarto, e me sai àquela linda morena totalmente nua, e foi logo se jogando nos meus braços, não perdi tempo, e dei-lhe mais uma deliciosa foda.
      Amigos acreditem ou não, mas é a pura verdade, com o tempo, fui conhecendo melhor a linda morena, e ela freqüentava o motel toda semana, as vezes até duas vezes por semana, e era a nossa festa, nossa alegria, fazíamos fila para podermos ter alguns minutos de prazer com aquela linda e deliciosa ninfomaníaca, e olha, para ela não havia discriminação de cor, raça, etnia, beleza, nada disso a incomodava, o que ela adorava era simplesmente sentir-se preenchida por uma piroca, e quantas tivesse ele aceitaria sempre com a mesma vontade parecendo sempre ser a primeira foda da noite, só tínhamos um problema, não podíamos deixar o nosso cozinheiro ficar sabendo, ou contávamos, quando já estávamos saciados, pois o nosso amigo era um verdadeiro Jumento, algo assim descomunal, ela gostava encarava, mas ficava toda doida, e não deixava mais ninguém trepar com ela . Por isso escondíamos dele, quando ela estava hospedada, pois passávamos a noite transando com ela as vezes íamos até três vezes cada um, e quando ela estava naqueles dias mais tarada ainda, ela ainda perguntava pelo cozinheiro, ai deixávamos que ele fosse trepar com ela, mas não sem antes, estarmos todos saciados .   Nossa, que delicia de ninfomaníaca, louca, tarada e extremamente tarada...
   

NATUREZA







NINFA.