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sexta-feira, 31 de março de 2017

CONTOS.

Meu Trabalho, meu prazer . 6
   Olá amigos, eis-me aqui mais uma vez, para relatar mais uma de minhas inúmeras deliciosas aventura sexuais, em que meu trabalho é a razão de todas as maravilhosas e verídicas histórias a que vou relatar hoje, como todas as outras, aconteceram sempre no meu local de trabalho, como vcs devem ter notado, jamais citei nome algum ou de alguém, pois não quero problemas e também por respeito a todos os envolvidos, poderia até citar nomes fictícios, mas achei melhor assim, sem nomes.
    Estava eu como de costume, trabalhando tranquilamente, mas ansioso por alguma aventura, pois só quem trabalha ou jê trabalhou no ramo, sabe que de uma hora para outra tudo pode acontecer, quando a telefonista me avisa que tem telefonema para mim, corro para atender, é um amigo taxista, já na madruga, deixando o ponto, dis-me ele que encontrou uma morena toda gostosa, que já um pouco alta, devido a bebida e que tinha discutido com a roda amigos com quem estava se divertindo e que queria que ele a levasse em casa, como ele notou que poderia rolar alguma coisa, a convidou para bebericarem em um bar de um amigo, pois ele teria que comprar cigarros e poderiam beber alguma coisa e conversarem, ela já com o efeito da bebida e talvez por estar magoada coma os amigos que a acompanhavam, aceitou prontamente, depois de algumas goladas, ele a convidou para irem para um local mais aconchegante, onde poderiam ficar mais a vontade, ele me disse que ela perguntou para ele na lata, se ele estava afim de leva-la para um motel, ele disse que sim, ela então disse que toparia, pois estava com muita raive do que já tinha acontecido com ela e ela queria aproveitar o resto da noite e faria qualquer coisa para isso, ele então, pediu a conta, e disse que iria ao banheiro, momento ao qual me ligou, avisando que a levaria para o meu trabalho e que se ela topasse, faríamos uma festinha.
Esse meu amigo, taxista, já nos proporcionou vários episódios interessantes em matéria de putaria, com essas minas que ele encontra na madrugada, historias que contarei depois .
       E assim ele colocou a morena no carro e partiu para o meu trabalho, entrou, acomodou-se e logo em seguida pediu uma cerveja e pediu para que o servisse, assim o fiz, lá chegando, ele me atende, manda que eu entre, e encha os copos, senta na mês, e começa a beber, pergunto pela morena, ele diz que ela está no banho, e pede para que eu vá buscar uma bebida quente para ela, rapidinho, vou a copa e preparo uma caipirissima, volto rapidinho, tão rápido que a morena ainda estava no banho, coloquei a caipirinha sobre a mesa, o meu amigo levantou-se e foi até o banheiro, a porta estava apenas encostada, ele abriu devagar, e me chamou, corri até ele e a vi debaixo do chuveiro, nossa que mulher gostosa, que bunda deliciosa, ficamos um tempo olhando até ela começara a fechar o chuveiro, saímos, e voltamos para a saleta, ela saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cabeça, e outra em volta do corpo, nossa que cara de safada, com licença da palavra, que cara de “puta”, ela tinha, veio em nossa direção e sentou-se na perna do meu amigo, ele nos apresentou, e com beijinhos no rosto, a elogiei, já com segundas intenções, passei-lhe o copo com a bebida, no qual ela deu uma grande golada, sem fazer nem careta, estava já acostumada e calibrada para sentir alguma coisa ruim, conversamos um pouco, eu sempre jogando uma indireta, na qual ela sorria a amostrava aqueles dentes lindos e aqueles lábios carnudos, que só de olhar me deixavam de pau duro, após um tempo, meu amigo, pediu para que ela tirasse a toalha, ela disse não, mas com uma carinha de charme, se fazendo de difícil, ele então começou a lhe alizar toda, fazendo carinho, beijando-a e acariciando, e aos poucos retirando a toalha, a qual ela insistia em recolocar no lugar, e me olhava com aquela carinha de puta, enquanto tentava se recompor, de tanto ele insistir, ela também já cheia de tezão, não mais tentou se recompor, deixando assim que ele a deixasse nuazinha em pelo, nossa que mulher linda, devia ter entre seus 25 a trinta anos, mas o corpo era uma mistura de ninfeta e mulher ao mesmo tempo, tudo no lugar, bunda bem detalhada, grande, com a marquinha de biquíni que eu adoro, barriguinha lizinha, coxas grossas, mas sem exagero, seios de mulher, naturais, não de ninfeta, mas de uma mulher que já amamentou, mas soube se conservar e continuar com aquela aparência sempre de jovem, linda por inteira, a bocetinha , não se via com ela em pé pois ela tinha aquele tradicional tufo de pelos em cima, bem aparadinhos, tentei me aproximar, ela me afastou, ele piscou para mim e fez sinal para que fosse pegar mais uma cerveja que iria conversar com ela, o que fiz, aproveitando e levando outra caipirissima para ela também.
    Ao voltar com a cerveja eles já não estavam mais na saleta, ele abriu a porta do quarto e deixou meio aberta enquanto veio me atender, estiquei o pescoço e a vi deitada na cama com aquela linda bunda para cima, toda mole devido ao alto teor alcoólico, ele me disse, que ela a principio não estava topando brincar com nos dois, mais que ele a convenceria, assim, sai e os deixei a vontade, continuei o meu trabalho, já eram umas três hora da manhã, ele me liga e pede mais uma cerveja e uma caipirinha e a conta, fui cobrar, e perguntei a ele o que tinha acontecido, ele me disse que não adiantou ele conversar que ela não aceitou, mas que ele iria embora e a deixaria sozinha no apartamento, e que o resto seria comigo, assim o fez, pagou a conta, pedi a ele para quando sair, levar a chave do apartamento para que ela não trancasse por dentro, o que ele fez, passou no meu setor de me disse que a mulher depois que tomou a última caipirinha, estava mesmo grogue, e que se eu não me adiantasse, que ela pegaria no sono e nada lhe acordaria, disse a ele que não teria problemas.
    Aguardei uma meia-hora depois que ele saiu, e fui até o apartamento, ela estava nuazinha ainda de bruços, chegava a roncar, fiquei olhando por um tempo, apreciando aquela maravilha, comecei a lhe fazer carinhos, por todo o corpo, beijei todo o seu corpo, a virei na cama deixando-a de barriga para cima, abri suas pernas, alizei sua bocetinha, ela nem sinal de vida dava, continuei, e não resistindo, abri mais suas pernas e cai de boca em sua buceta, chupei com vontade, coisa que eu adoro, e nem me lembrei que   o cara havia acabado de transar, mas depois vi que ele havia usado camisinha, mas se não tivesse usado, teria feito do mesmo jeito, nessas horas nada me importa, depois de muito chupar e com vontade aquela deliciosa boceta, tirei toda a minha roupa e entrei no meio das perna dela, e aos poucos a fui penetrando, e comecei a bombear com vontade, meti com vontade, ela de repente começou a gemer, e me agarrou e começou a falar coisas que eu não entendia, e me chamou por um nome para mim desconhecido, não me intimidei e continuei, depois de um tempo, a virei novamente de bunda para cima, coloquei um travesseiro embaixo dela para que ela empinasse um pouco a bunda, fiquei um pouco admirando aquele monumento de bunda, a penetrei novamente na buceta, por traz, nossa que coisa gostosa ficar fudendo e olhando aquela enorme e linda bunda, me prendi o Maximo, sempre metendo gostoso, hora ela gemia, hora ela tentava se mexer, mas não sabia se ela estava dormindo ou só fingido, meti bastante, e quando estava para gosar, tirei meu pau e enchi sua bunda de porra, me limpei, limpei ela também e sai, deixando-a na mesma posição em que a encontrei.
   Continuei meu trabalho, mas continuava com tezão, pensando naquela morena e na duvida se ela dormia ou só fingia, assim, não aguentando mais, voltei lá, só para ter a certeza se ela estava dormindo mesmo, abri a porta e notei que do mesmo jeito que a havia deixado, ela continuava, pensei, “ ela realmente estava dormindo anestesiada sob efeito do álcool, passei a mão em sua bunda, beijei, alizei, dei umas palmadas, ela novamente sem reação nenhuma, meu pau endureceu novamente, não resisti, tirei a roupa e meti o piru nela de novo, dessa vez, acho que ela estava em sono mais profundo, pois só dava uns gemidos de vez em quando, metia com força, para ver se ela acordava, mas nada, a puxei para beirada da cama, coloquei seus joelhos no chão deixando ela debruçada na cama arreganhei o Maximo sua pernas, dei mais uns beijinhos em sua boceta, e novamente a fodi com vontade, mas com vontade mesmo, pois estava difícil de gosar, devido ao álcool que eu havia ingerido e já havia dado uma foda a pouco tempo atraz, me concentrei e meti com vontade, fazendo um grande esforço até que consegui enche-la com o meu esperma, dessa vez gosei dentro dela, sai, me limpei, coloque a chave na porta por dentro, e a deixei naquela posição de joelhos com o a frente do corpo sobre a cama, nossa foram duas gosadas maravilhosas.
       Voltei ao trabalho e ao amanhecer, depois da troca de turnos, fui embora ainda com a duvida , pois na verdade ainda não estava convencido de que aquela deliciosa morena estaria dormindo ou não, seguindo-se os dias, meu amigo taxista, me liga, perguntando o que havia acontecido, naquela noite com a morena, eu disse que nada aconteceu, pois ao eu ir ao seu apartamento, ela estava dormindo pesadamente e não tive coragem de acorda-la, ele disse que não acreditava, pois ela havia passado no seu ponto de taxi, fula da vida, reclamando com ele, por ele a ter deixado sozinha no quarto, e que ela acordou dormindo de joelhos, debruçada na cama, com a buceta escorrendo porra até o chão, e o mais interessante ela disse é que haviam transado de camisinha, como aquilo poderia estar acontecendo, perguntei se ela não disse se tinha visto algum movimento dentro do quarto, ele me disse que ela não viu nada não se lembrava de nada, só lembrava de ter entrsado com ele no motel, nem lembrava de ele ter me apresentado a ela, desconversei e disse que eu não havia feito nada, pois fiquei com peninha dela por ela estar tão cansada, o que ele me respondeu com uma enorme gargalhada, pois ele sabia a verdade toda pois não era a primeira vez que fazíamos alguma loucura com as mulheres que ele encontrava na rua em plena madrugada.........E assim, aquela deliciosa morena ficou sem saber na verdade o que aconteceu, ou se soube, quis dar uma de santinha, e eu na incerteza de se estava acordada ou não, simplesmente me deliciei e mito naquele monumento de morena, e nunca mais a vi......

CONTOS.

   Meu Trabalho, Meu Prazer. (História 5 )
Após escreve a minha última história, fiquei pensando nas minhas aventuras, e lembrei-me de uma que vale a pena ser contada, e para não esquecer dos detalhes, já relembrados decidi escrevê-los já.
A algum tempo, aqui nesse mesmo motel em que hoje trabalho, surgiu um cliente, meio complicado, meus amigos já haviam arrumado problemas com ele, mas não me disseram o porque, pedi para que quando ele estivesse na casa, me deixassem atende-lo, pois estava curioso para saber o que acontecia, e olha não me arrependi, o bagulho foi doido.
Meu amigo, me disse, em um dia normal, um dia de semana, cara, você não queria servir esse maluco, então é a sua chance, e me deu a comanda em que constava uma dose de conhaque dreher, coloquei na bandeja e sai para servi-lo, toquei a campainha entrei, coloquei em cima da mesa, e aguardei um pouco para ver se ele saia, estava quase saindo quando ouvi alguém mexendo na porta do quarto, era o cara, ele me deu boa noite, e me perguntou se eu era novo na casa, no qual disse que não que já trabalhava a alguns anos, ele me disse, que já freqüentava a um tempo, mas não me conhecia, assim ficamos conversando por um tempo, até que ele me chamou, e mandou eu olhar na cama, nossa, havia uma mulata, quase negra mesmo, toda deliciosa, dormindo, como a maioria das mulheres gostam de dormir, com uma perna dobrada e outra reta, o que faz com que nos deixe ver toda a sua bocetinha olhando por traz, perguntei se podia tocar, ele disse não, me chamou para saleta, fechou a porta do quarto e me perguntou se eu não estava afim de ganhar um dinheiro, perguntei quanto, ele me disse, cinqüenta reais, perguntei o que teria que fazer, ele me disse que nada era só deixar ele dar uma mamada que me daria o dinheiro, como não sou bobo, falei com ele o dinheiro primeiro, ele sorriu, pediu para esperar e entrou para o quarto, quando voltou, já estava com a notinha na mão, me deu a nota e já foi logo enfiando a mão na minha calça, e desabotoando, louco para dar uma mamada, disse que não podia demorar, ele sorriu e disse que iria me fazer gosar rapidinho, eu já estava de pau duro mesmo, ele colocou logo todo na boca, nossa, o cara tinha uma prática de fazer inveja a algumas mulheres, chupava muito gostoso, hora com carinho, hora com violência, e assim se acabava, mamando igual a um bezerrinho faminto, quando já não estava agüentando mais, disse a ele que iria gosar, ele aumentou a velocidade das mamadas, até que soltei fortes jatos de esperma em sua garganta, o que ele não desperdiçou nem uma gotinha, engolindo tudo e deixando meu pau limpinho, me arrumei e já estava saindo, quando ele me chamou, e perguntou quando eu estaria novamente de plantão disse a ele que todas as noites, ele disse que iria me procurar, concordei e sai, no caminho de volta foi que entendi o porque dos meu amigos estarem com raiva dele, é que eram todos metidos a machistas, e esse tipo de coisas, os fariam homossexuais, bichas ou algo desse tipo, bestas não sabem eles o que perdem com esses falsos puritanismo.
E assim ficou, sempre que o cara voltava ao hotel, eu o servia e servia, descobri quase tudo sobre o cara, era casado, tinha uma filha, era mecânico, com uma grande oficina no mesmo bairro e era muito conceituado perante os amigos e conhecidos, mas tinha um vicio, cheirava um pó, e quando fazia isso, ficava alucinado para sentir uma rola na boca ou no rabo.
E todas as vezes que ele aqui estava eu era mamado gostosamente chegando as vezes a ganhar três mamadas em uma noite e ganhar cento e cinqüenta reais, nessas noites.             Ele chegou uma vez, a mandar eu abrir uma conta, para mim, que ele depositaria uma certa quantia por semana para mim, mas não quis, pois achei que não iria dar certo, continuamos como estava, ele vinha, me chupava e me pagava, até que um dia, falei para ele, que queria que ele trouxesse uma mulher, para mim, que só continuaria se ele fizesse isso, ele disse que tudo bem, que traria, e trouxe mesmo, uma semana depois, que eu falei com ele, um amigo vai servir a um apartamento, e volta me falando, cara, aquele maluco está no apartamento tal, e quer falar com você, perguntei se era agora ou se era para esperar ele pedir alguma coisa, ele disse que era agora.
   Fui, toquei a campainha, ele me manda entrar, e me diz, entra e olha aqui, para ver se essa está boa para você, nossa tinha uma morena muito linda, enrolada na toalha, com uma tulipa na mão cheia de cerveja, cheguei perto me apresentei, pedi o copo, dei uma golada devolvi o copo, e perguntei se poderia tirar a toalha, ela sorrindo consentiu balançando a cabeça, com as duas mãos, fui abrindo a toalha, e me deparei com uma linda ninfeta, não sei a idade, mas pela aparência, a suavidade do rostinho, os traços delicados, não devia ter dezoito anos, fiquei meio apreensivo, pois se fosse menor, deveria ter entrado escondido, pois somos rigorosos com isso, para não termos problemas com a Justiça, me virei para ele e disse, nossa, não precisava tanto, ele sorriu, e disse, é toda sua, pedi para que ele fechasse a porta, que eu havia deixado aberta, ele foi, e eu peguei o copo da mão dela, coloquei em cima do bar que tem dentro do quarto, a puxei para mim e dei-lhe um delicioso beijo, ele voltando da porta, abaixou-se entre nos dois, desabotôo minhas calças, colocando meu pau para fora e caiu de boca, enquanto eu chupava os peitinhos lindo da ninfetinha e já alisava sua gorda bocetinha, ela abriu as pernas, para que eu enfiasse os dedos em sua bocetinha, e ficava olhando o cara me chupar gemendo toda delicada, nossa e a carinha que ela fazia, que coisinha linda, perguntei a ela se ela não queria chupar também, ela nem respondeu, foi se abaixando e disputando minha piroca com ele, ficaram assim hora um chupava meu pau, e o outro lambia minhas bolas, e assim se revezavam e dividiam sem briga minha piroca dura e louca para expelir seu precioso leitinho, quando vi que não iria agüentar muito, pedi para pararem peguei a morena, dei-lhe uns beijos e pedi para que ela deitasse na cama e abrisse as pernas, o que ela fez, mandei que o cara a chupasse que eu queria ver, ele caiu de boca, enquanto isso, abri o bar, peguei uma cerveja enchi o copo que a morena estava bebendo, e fiquei bebendo, para me distrair um pouco, pois ainda queria foder aquela delicia de morena, e não queria ser muito rápido, queria aproveitar, tomei dois copos de cerveja, e o cara chupando ela, notei que ela teve um orgasmo, olhando para mim, com aquela carinha de safada, como se me pedindo para fode-la, deixei ele chupar mais um pouquinho, deitei na cama, e os chamei, me encostei nos travesseiro, e mandei que ele chupassem, e eles dividiram novamente minha pica, deixei por algum tempo, depois pedindo para que ela sentasse no meu pau, de costas para mim, pois queria ficar olhando para bunda dela, era ficou em pé com as pernas abertas e foi se agachando e encaixando meu pau na sua bocetinha, nossa como era quente e apertada, ainda bem que estava bem lubrificada, com a gosada que ela havia dado na boca do cara, e assim ela ficou calvagando enquanto eu com as mãos em sua bunda as abria e a ajudava a cavalgar, e o cara só olhando, mandei que ele ficasse em pé na frente dela e a mandei chupar a piroca dele, e ela o fez sem cerimônias, cavalgava e chupava, e como cavalgava, disse a eles que eu não iria demorar muito pois já não estava mais agüentando, ela ouvindo isso, saiu de cima de mim, deitou-se do meu lado e começou a me chupar, quando ela viu que eu estava quase gosando, chamou ele, e mandou ele chupar, ele caiu de boca, sem dó, enquanto ela alisava e lambia meu saco, o que me dava mais tezão ainda, e me pedia, para que eu enchesse a boca dele de porra que ele gostava e ela queria ver, quando ia gosar, anunciei ela foi dividir com ele as mamadas, nossa gosei feito um touro, e os dois dividam os jatos de esperma, e bebiam meu leitinho, chupando se beijando se lambendo, quando acabei eles ainda ficaram se lambendo se limpando um ao outro, não deixando nem um sinal de esperma no rosto ou em minha piroca, ela ainda ficou mamando mais um pouquinho enquanto meu pau amolecia.
Me recompus e voltei ao trabalho, como já era madrugada alta, não deu para voltar mais no apartamento deles, e eles tinham que ir embora também, pediram a conta, quem ia cobrar era um amigo, pedi para cobrar, ele perguntou o porque, não disse, mas lhe prometi uma boa gorjeta, é que eu na euforia havia esquecido os meus cinquentinha, e tinha que cobrar, pois o trato havia sido feito, uma mulher e mais os cinqüenta, peguei os cinqüenta e mais vinte de gorjeta, dei dez ao meu amigo e ficou tudo certo, ele ainda a trouxe essa morena umas duas vezes mais, o que eu me deliciei, depois trouxe uma outra, que ficou cheia de gracinha e que não aceitava certas coisas, deixei ela de lado mandei ele me chupar, peguei meus cinqüenta e meti o pé, depois desse dia ele não trouxe mais mulher, só vinha me chupar e trazer e cheira o pó dele, uma vez, eu em um mercado, o vi com a esposa e a filha, ele fingiu não me ver, também agi dessa forma, mas depois disso ele não mais freqüentou o motel.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

CONTOS.

“ LEVEI MINHA PUTINHA AO CINEMA, MAS ESQUECEMOS DE ASSISTIR AO FILME. “
            Olá amigos (as), volto aqui para contar mais uma de minhas aventuras com minha deliciosa, esposa, amiga, amante, companheira e o mais delicioso nome: “PUTINHA”. Então vamos ao que interessa, como o meu trabalho, toma toda a semana, deixando somente o domingo para um descanso, sempre passo esse dia em casa, bebendo, jogando uma sinuquinha, conversando com os amigos, ou descansando com a família, mas a mais ou menos um mês foi diferente, os amigos e vizinhos haviam a maioria saído para uma festa ou para o futebol de todos os domingos, e nós estávamos nos sentindo sozinhos em casa sem quase ninguém para um papo ou um joguinho, após o almoço, minha putinha teve uma ideia, que eu rapidamente aceitei, pois notei que ela estava com algo mais na mente alem do que havia sugerido.
            Após o almoço, a chamei para o quarto para descansarmos um pouco, no que ela me disse, não vamos descansar não amor, vamos sair um pouquinho, porque não vamos ao cinema? Falei com ela, e as crianças? Ela logo me disse, minha tia está em casa, vou pedir a ela para ficar com as crianças e se ela ficar nos saímos, falei que tudo bem, que ela poderia conversar com a tia, e se ela aceitasse ficar com as crianças, que iríamos ao cinema.
            Ela mais que depressa, procurou a tia e conversou com ela, no qual a tia não negou o pedido, aceitou ficar com as crianças sem problemas, ela chega em casa já com aquela carinha de safada, alegre, me informando que a tia ficaria com as crianças, e que ela iria se arrumar para sairmos.
            Enquanto ela se arrumava, procurei também me arrumar, coloquei uma bermuda, sem cueca, pois já sabia que algo iria rolar e não queria nada para atrapalhar, coloquei um pacote de camisinha no bolso da bermuda, carteira e me achei pronto, nisso ela chega do banheiro, com um vestidinho bem curtinho, desses larguinhos, que se ventar levanta tudo, já toda produzida, maquiada com uma carinha de safada, que só de olhar o pau já tremia dentro da bermuda, cheguei pertinho dela, dei-lhe um beijos, e cheirei seu pescoço, a deixando toda arrepiada, levantei seu vestido e vi que ela estava com um fio dental, bem pequenininho, falei a ela, para que isso, porque não vai sem nada, ela sorriu e perguntou se era realmente o que eu queria, com toda certeza minha linda, respondi a ela, ela então tirou a tanguinha e pediu para que eu a levasse no bolso da bermuda, pois assim ela ficaria mais tranquila se algum importuno acontecesse.
          E assim partimos para o nosso dito cineminha, no caminho, conversamos, ela me disse que não queria cinema em shopping, pois é muito vigiado e cheio de frescuras, então decidimos, um cineminha no centro de nossa cidade, um dos últimos que restou, depois que abriram-se as grandes salas de cinema, com mais conforto, 3d e outras tecnologias mais, não é pornô, passa filmes normais, mas é diferente, não tem muita vigilância .
         Antes de adentrarmos ao cinema, paramos em um barzinho e tomamos duas cervejinhas e uma caipirinha cada, ela disse que era para descontrair, e adentramos no cinema enfim, sala quase vazia, o filme não era lá grandes coisas, mas não era isso que procurávamos, ficamos bem ao fundo, em pé encostados na parede esperando para a visão acostumar-se a escuridão, o que acho de melhor nesses cineminhas antigos. Rsrsrsrsr.
          Começamos um amasso, de leve, só pesquisando em volta, para ver o que estava acontecendo, de vez em quando, acariciava sua bunda, e levantava o vestido deixando sua bunda quase toda a mostra, ela já toda ofegante, e com a bucetinha começando a escorrer aquele liquido tão conhecido quando a mulher está com tezão, ela apertava meu pau por cima da bermuda e eu a bolinava de tudo quanto é jeito, já estava com um peitinho para fora todo babado de tanto eu chupar e passar a língua, mais ou menos uns vinte minutos que estávamos naquele amasso, notei um cara que estava sentado a algumas fileiras a frente de onde nos estávamos o tempo todo olhando para traz, falei para ela, ela me pediu, para que eu levantasse o vestido dela e segurasse por mais tempo, para que ele visse a bunda dela de fora, o que fiz com maior prazer, ela abriu o zíper da minha bermuda, colocando o meu pau para fora, e ficava me punhetando, as vezes se curvava e dava uma chupadinha rápida, só para mostrar ao cara o que estávamos fazendo , não demorou muito o cara se levantou e veio ficar em pé ao nosso lado, a alguns metro de distancia, e não tirava os olhos de nos, falei para ela o que estava acontecendo, ela ficou louca e mandou eu levantar mais o vestido dela e virou-se mais para o lado em que o cara estava, alguns minutos depois, notei que ele estava com o pau para fora das calças, se punhetando, falei ao ouvido dela , ela não se controlou, e deu uma gosada em meus dedos, pois estava com dois dedos enfiados em sua bocetinha, continuamos assim até que fiz sinal para que o cara se aproximasse, ele mais que rápido chegou-se para próximo de nos, e ficou se punhetando e olhando para a bunda da minha putinha, ela não sabia que ele estava tão próximo, e continuou me punhetando, de costas para ele enquanto eu a siriricava e acariciava sua bunda levantando todo o seu vestido, deixando o cara se deliciar com a visão de sua bunda, após alguns minutos, fiz sinal para que o cara alisasse também a bunda dela, ele demorou um pouquinho mas não se conteve e começou a acariciar o rabo da minha putinha, e eu para que ela não desconfiasse, tirei minha mão, deixando só ele acariciando, após alguns minutos, voltei a acariciar também, ele em uma banda e eu em outra, ela sentindo agarrou-se no meu pescoço, e disse no meu ouvido que ia gosar novamente, pois tinha uma mão diferente alisando sua bunda, continuei com dois dedos siriricando-a, e alisava sua bunda junto com o nosso amigo, assim que ela terminou o seu delicioso orgasmo, sem deixar ela se vira, peguei sua sua mão e coloquei em cima do pau do nosso amigo, ela começou a punheta-lo, enquanto ele começou a tentar introduzir seu dedos em sua bocetinha, por traz, ela abriu um pouquinho as pernas e empinou a bundinha, deixando assim maisfacil para o cara a bolinar como quisesse.
       Após algum tempo assim, ela me fala ao ouvido, que queria sentar, pois queria fazer algo diferente, disse a ela que iríamos, assim, chamei o cara para falar em seu ouvido e o chamei para sentarmos, ele aceitou, ela arrumou o vestido e foi na frente sentou na última fileira de cadeira, deixando espaço para sentar-se um de cada lado, eu fui e passei em sua frente e sentei-me ao seu lado direito, deixando o lado esquerdo para o nosso amigo.
       Logo assim que sentamos, ela mais que depressa, agarrou as duas picas e as punhetou com vontade, em seguida debruçou-se no colo do nosso amigo e começou a chupar, enquanto punhetava a minha, e assim ficou por um bom tempo, ora me chupando, ora chupando o nosso amigo, depois de algum tempo ela me fala ao ouvido, que queria sentir a pica do nosso amigo dentro dela, eu a faço continuar chupando, até que me veio uma ideia, ali onde estávamos não daria pois já havia notado casais olhando para traz e vendo o que estávamos fazendo, fiquei com medo de arrumar algum problema, então levantei sua cabecinha e perguntei-lhe ao ouvido, se ela teria coragem de entrar no banheiro masculino com a gente, ela mais que depressa me respondeu, que do jeito que ela estava até no inferno ela iria para sentir um piroca dentro dela, pedi ao nosso amigo, para levantar-se e ir ao banheiro, e ver se tinha alguém, ele entendendo o recado foi-se o mais rápido que pode, levantamos e ficamos nos amassando perto da porta do banheiro, logo em seguida saiu um cara e nem nos notou por ali, em seguida o nosso amigo saiu e disse que estava vazio, rapidamente peguei ela pela mão e entramos no banheiro, entramos no último Box que tinha no corredor do banheiro, embora um pouco apertado, dava muito bem para o que queríamos, o cara a agarrou, deu-lhe um beijo bem gostoso nela e levantou todo o seu vestido retirando-o por completo, sentou-se no vazo levantou uma perna dela colocando-a no ombro e caiu de boca na bocetinha dela, ela começou a gemer, e estava gemendo um pouco alto, tive que começar a beija-la para abafar os gemidos, após alguns minutos, retirei do bolso uma camisinha e dei para o nosso amigo, ele rapidamente a colocou na piroca acomodou-se no vaso, do jeito em que ela poderia sentar em seu colo da melhor maneira possível, e assim ela fez com prazer, cavalgava com vontade de costas para ele, enquanto chupava minha piroca com muito tezão, não demorou muito depois de tantas sacanagens já aprontadas, com o tezão a mil, não resisti e avisei que ia gosar, ela começa a chupar com mais vontade, enchi sua boquinha com meu leite, o que ela não desperdiçou nem uma gotinha, nosso amigo também não demorou muito e perguntou a ela onde ela queria que ele gozasse, ela terminando de dar mais uma gosada, disse que queria na boca também, ele então levantou-se retirou a camisinha e a fez sentar no vaso e a colocou para chupar, o que ela fez com muito carinho e maestria, fasendo nosso amigo urrar de praser e encher sua boquinha com seu leite quentinho, ela novamente não desperdiçou nem uma gotinha, e deixou a piroca do nosso amigo limpinha, nosso amigo saiu, se arrumou, e ficou na porta tomando conta enquanto ela se limpava e se arrumava, assim que terminamos, ele nos avisou que ia entrar um cara, ela nem ligou e saiu junto comigo, sentamos na última fileira e ficamos conversando com nosso amigo, daqui a pouco vejo um cara sentar em uma fileira a nossa frente, notei que era o cara que estava entrando no banheiro na hora em que estávamos saindo.
          O cara nos olhava e alisava o pau por cima das calças, olhei para o nosso amigo e notei que ele também estava de pau duro novamente, peguei o braço da minha putinha e coloque sua mão na piroca do nosso amigo, ela começou a alisá-lo e olhava para o outro que nos olhava, pedi a ela que chupasse nosso amigo novamente, ela não pensou duas vezes, retirou a pica do nosso amigo para fora e começou a chupa-lo, e eu comecei a enfiar os dedos em sua bucetinha e a fazia gemer , o cara da frente mencionou vir para mais perto de nos, fiz sinal para que ele ficasse ali mesmo, ele voltou a sentar-se e colocou o pau para fora das calças e continuou masturbando-se, minha putinha chupava nosso amigo com vontade, e não demorou para ele encher sua boquinha de novo com muito leite, e ela bebeu tudo e limpou o pau dele deixando-o sequinho, ele se arrumou, minha putinha pediu para ir ao banheiro pois estava toda melada com as gosadas que deu em meus dedos, me pediu sua calcinha, retirei do bolso da bermuda e a entreguei, ela foi se limpou colocou a calcinha quando voltou a chamei para irmos embora, tomarmos umas cervejinhas com o nosso amigo, pois enquanto ela ia ao banheiro combinei com ele, saímos deixando o outro cara com a pica ainda dura se masturbando e fomos beber, peguei o telefone do nosso amigo, para talvez um encontro com mais calma, bebemos e fomos embora, claro que antes de sairmos nosso amigo ainda deu uns amassos em minha putinha, chegamos em casa, pegamos as criança, colocamos para dormir, e fomos transar, lembrando das nossas loucuras no cinema......foi realmente uma deliciosa loucura..........

quinta-feira, 9 de junho de 2016

CONTOS.


                                             UMA  LOUCURA, COM MUITO TEZÃO.

   Olá amigos, o que vou narrar agora aconteceu  a pouco tempo, e só de lembrar do acontecido fico de pau duro,  na verdade aconteceu no dia 03/06, estávamos eu e minha putinha deitados, conversando e assistindo televisão esperando as crianças dormirem, para assim darmos uma fodinha bem gostosa, quando o celular dela faz aquele tradicional barulhinho de uma mensagem do watts App, ela logo o pegou e começou a teclar com a pessoa que estava do outro lado.

    Não me importei pois achei que seria uma amiga dela que sempre perturba a noite, a deixei a vontade, pois também não sou de interferir em suas conversas, após uma uns vinte minutos de papo ela fala comigo, “ amor, olha só quem descobriu o meu zap e esta teclando comigo, olhei e logo o reconheci, um vizinho nosso que mora sozinho é um rapaz novo, sarado com algumas tatuagens, que quando estamos conversando ou bebendo em um barzinho perto de casa e ele chega a mulherada chega a suspirar e uma falar com a outra no pé do ouvido, na verdade é muito cobiçado pelas fêmeas aqui da minha localidade, inclusive minha putinha já havia me dito que só não meteu com ele pois na chance que teve estava naqueles dias e ela não gosta de tranzar quando está assim, e que depois disso também ele passou a morar com uma amiga dela e ela não mais quis para não ter problemas com a  amiga.

    Continuaram o papo, e logo vi que o papo estava esquentando, pois ela de vez em quando alisava sua bocetinha por cima do shortinho que estava usando, após alguns minutos ela, me falou que ele estava cheio de sacanagem e a estava chamando para que ela fosse em sua casa, ela me perguntou se poderia ir, olhei para o relógio e vi que já passavam da onze da noite, levantei fui ao quarto das crianças, vi que já dormiam, abri a  janela e notei também que os outro vizinhos já estavam de porta trancada devido ao horário e ao tempo que estava muito frio.

   Disse a ela o seguinte, te deixo ir, mas cuidado para que ninguém te veja e quero que ele saiba que eu estou te liberando para ir, não quero que ele ache que vc está indo escondido, e também quero que vc me conte tudo o que fizerem, nos mínimos detalhes, e que aproveite e vá logo preparando o terreno para que muito em breve quando ele te chamar novamente, que eu também vou, para tranzarmos nos três.

  Ela mandou uma mensagem para ele, pedindo para que ele deixasse a porta aberta, pois ela estava indo, me deu um delicioso beijo e partiu, fiquei deitado, e como as crianças já estavam dormindo coloquei a TV em um canal pornô, e logo de cara era uma tranza a três, dois homens e uma mulher, retirei o short que estava usando, e fiquei assistindo aquela cena que adoro, enquanto acariciava minha pica e imaginava o que estaria acontecendo entre eles naquele momento.

  Após uma hora mais ou menos eu já quase gosando com a mente a mil e aquela cena gostosa na TV sem contar a punhetinha que tocava, ouço um barulho na porta da sala, continuo fazendo a mesma coisa que estava, ela entra no quarto ainda ofegante, me dá um beijo e diz que vai tomar um banho, peço a ela que não vá, que a quero assim, suja, molhada, pronto foi o bastante para minha putinha, puxar meu lençol e cair de boca no meu cacete, retirei sua blusinha e seu shortinho, estava todo molhadinho, pois a putinha estava sem calcinha, dei uma cheiradinha, era esperma puro, enfiei minha cabeça entre suas pernas e começamos um delicioso 69, sua bocetinha estava muito molhadinha e com leite do vizinho saindo ainda, me deliciei chupando aquela bucetinha deliciosa enquanto ela engolia a minha vara com muita vontade, senti que ela deu duas deliciosas gosada em minha boca, parei de chupa sua bucetinha e pedi que ela cavalgasse em minha rola e quando ela sentou que a rola entrou com uma facilidade incrível devido a porra do meu vizinho, pedi a ela que fosse cavalgando devagar enquanto me contava o acontecido.

   E assim ela começou, disse que assim que entrou, ele já a aguardava na sala, foi logo a agarrando e dando um beijo louco, cheio de tezão, tirou sua blusinha  e começou a chupar seus peitinhos, depois, retirou o seu shortinho, e a sentou no sofá, com as pernas abertas e ajoelho-se no chão e caiu de boca em sua bocetiinha, não parou enquanto ela não deu uma deliciosa gosada na boca dele, depois levantou-se enquanto ela se recompunha  da gosada deliciosa que havia dado, retirou sua bermuda e saltou uma linda piroca branca, com a cabeça vermelha, já escorrendo aquele tradicional liquido que tanto conhecemos, quando o tezão está acima do limite, ela disse que mais depressa, abocanhou aquela rola e passou a chupar com muita vontade, dissse que só parou porque ele pediu, pois disse a ela que queria comer sua bocetinha, ele a arreganhou novamente no sofá e meteu a pica, bombou com vontade, e a fez ir as nuvens, quase desmaiando de tanto gosar, depois de muito socar, pediu a ela que ficasse de quatro, arreganhou bastante suas pernas e a penetrou por traz, socando com vontade, a levando a mais alguns deliciosos orgasmos, depois de muito socar em sua bocetinha ele tentou comer sua bundinha, mas ela não deixou, pois disse a ele que não estava afim naquele dia e que em uma outra vez, ele  poderia comer ela todinha, por todos os buracos, então ele colocou novamente em sua boceta e socou ate gosar gostoso enchendo minha putinha de leite, ela foi ao banheiro, limpou-se um pouquinho com papel higiênico colocou seu shortinho e sua blusinha, e voltou para mim com a bocetinha cheia de leite de outro macho.

  Enquanto ela me relatava o ocorrido e cavalgava em minha pica, em alguns momentos ela parava de narrar, pois não conseguia fala e urrar de prazer, pois a safadinha estava gosando muito em minha pica, e eu quase gosando também, pedi para que ela ficasse de quatro, pois não existe posição melhor, para controlarmos e assim meti muito naquela bocetinha, a deixei mole, quando também já estava cansando, me concentrei e dei uma deliciosa gosada em sua bocetinha.

  Não deixei que ela fosse ao banheiro se limpar, peguei uma toalhinha que usamos para essa situação mesmo e pedi que ela não se limpasse muito, pois eu ainda não tinha terminado, a deitei em meus braços, e ficamos relaxando e descansando por um tempo, após um tempo, peguei sua mãozinha e a coloquei em cima da minha rola, ela começou a acariciar, logo estava em ponto de bala, empurrei sua cabeça, para que ela me chupasse, e minha putinha adora, e como chupa gostoso, a deixei chupar com vontade do jeito que ela gosta, depois, a deitei de pernas abertas, e cai de boca naquela bocetinha toda melada com minha porra e a do meu vizinho, chupei bastante, acho que limpei sua bocetinha de tanto chupar, depois, entrei no meio de suas pernas e em um delicioso papai e mamãe fodi ela bastante, até ela pedir um tempinho pois estava sem fôlego, sai de cima e a deixei descansar um pouco, depois  a coloquei de quatro e a fodi com vontade, gosei gostoso em sua  bocetinha, só ai a deixei ir ao banheiro fazer sua higiene vaginal e tomar um delicioso banho, ao voltar ela me disse que a bocetinha dela estava inchada e toda ardida de tanta pica que levou.

  Conversamos mais um pouco sobre o acontecido, ela me disse que falou para o vizinho que estava ali com o meu consentimento, e que eu queria transar com ela junto com ele, ele disse que toparia, mas queria comer ela mais vezes sozinho, que depois transariamos nos três.
  No domingo passamos o dia bebendo no bar perto de nossa casa ele também estava junto, conversamos, brincamos como se nada tivesse acontecido,  a noite ele saiu, não vimos a hora em que voltou, na segunda quando acordamos, vimos que ele havia enviado duas mensagem para o zap dela, a convidando novamente para ir em sua casa, mas como era muito tarde e já estávamos dormindo, não vimos a mensagem, mas ouve um pequeno problema para estragar minha fodinha a três, a mulher dele, pediu para voltar e eles vão voltar a morar junto novamente, e como ela é muito nossa amiga, ficamos sem graça e decidimos esquecer



quinta-feira, 26 de maio de 2016

CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 4)



         Meu Trabalho, Meu Prazer. ( História 4 )
Como já disse no meu primeiro conto, todas as histórias aqui contadas, realmente aconteceram, nos meus quase trinta anos trabalhando como Garçom, em vários Motéis no Rio de Janeiro, e ai vamos com mais uma história.
   Essa, foi a minha última aventura, com clientes, no motel em que eu trabalho, foi uma coisa rápida, mas deliciosa, e o mais interessante, não consegui, ver o rosto da deliciosa loira que por mais ou menos quarenta minutos, deixou que eu a fodesse gostoso enquanto mamava deliciosamente o caralho do marido, amigo, amante ou seja lá o que eles eram.
   Era um domingo, estava começando a trabalhar, casa cheia, muito trabalho, mas isso nunca importou, pois o trabalho é extremamente gratificante, divertido e prazeroso, eram mais ou menos umas 21:30 hs, quando fui servir um cuba-libre em uma de nossas dependências, toquei a campainha e entrei, coloquei o drink em cima da mesa, e olhei para dentro do quarto, pois a porta que dá acesso, estava entreaberta, alguém tomava banho, pois ouvia o som da água caindo, na mesa já havia uma garrafa de refrigerante que o casal trouxe consigo, como fazia de costume, ao ver uma porta entreaberta, demorava um pouco mais para sair do apartamento, esperando alguma novidade, mas nada aconteceu, sai e fechei aporta, quando estou caminhando pelo corredor, de volta para a copa, ouço pancadas na porta, volto, abro, e o rapaz está em pé na saleta, e me pede para que lhe sirva dois copos com gelo, peço licença e vou pegar o gelo.
   Toco novamente a campainha, com os dois copos com gelo na bandeja, abro a porta, o cara está sentado na saleta, achei meio estranho, pois como já não ouvia barulho de água no banheiro, e não via nenhum movimento dentro do quarto, achei que o cara estava sozinho e estava querendo brinca comigo, coloquei os copos na mesa, e ele me pediu, para dali a uns 30 minutos lhe servisse mais dois copos com gelo, e que ele queria que eu o ajudasse com um problema que estava acontecendo com ele, fiquei mais encabulado ainda, mas como para mim, não existia tempo ruim, sempre gostei da sacanagem, não importando qual fosse, concordei, me despedi e voltei a trabalhar, no tempo por ele pedido, toquei a campainha novamente com mais dois copos com gelo, coloquei na mesa e fiquei aguardando que ele viesse me atender pois queria saber qual era o problema que ele queria que eu o ajudasse, ele sai, pede para que eu entre no quarto, e me disse que a esposa estava com problemas na “borboletinha”, dei um sorriso assim meio sem garça, fechei a porta por dentro, para que ninguém entrasse na saleta e fui para o quarto, o cara apagou a luz do quarto, abriu a porta do banheiro e falou: “amor, amostra a sua borboletinha para ele, que ele disse que vai nos ajudar com o problema dela.” Ao abrir a porta, o quarto fica mais claro, com a iluminação que sai pela porta, sai uma loira nua, com a cabeça baixa e os cabelos por cima do rosto, não olha para mim, deita-se na cama, abre as pernas, e arreganha uma maravilhosa boceta, carnuda, totalmente depilada e com uma enorme borboleta tatuada em volta da boceta, nossa que tatuagem linda, deixava mais linda ainda aquela boceta que por si só já era maravilhosa, o cara vira para mim, e pede, examina a borboletinha dela, beija, chupa, faz o que quiser, para ver se dá um jeito , não perdi tempo e cai de boca naquela borboletinha linda, nossa que buceta cheirosa, macia e deliciosa, enquanto eu chupava ela se contorcia toda na minha língua, o cara foi para o outro lado da cama, e colocou a piroca na boca dela e começou a socar, ela chupava rebolava, gemia, assim meio engasgada, e como se contorcia na minha língua, depois de um tempo, ele pediu para que eu parasse, parei e me levantei, ele a mandou fuçar de quatro, o que ela fez,ele deu a volta na cama, abriu bem as pernas dela deixando-a toda arreganhada, pegou no meu cacete e o direcionou para a entrada daquela linda boceta, mais linda ainda naquela posição, toda aberta, como se implorando que algo a penetrasse, entrei com vontade, e fiquei socando naquela boceta, e ele abrindo a bunda dela, dava alguns tapas, fazendo ela gemer e rebolar, depois de algum tempo, ele saiu de onde estava e entrou por baixo dela, caindo de boca no grelinho dela, enquanto ela se engasgava com a s estocadas dele bem fundo em sua boca, em alguns momentos, sentia a língua dele em minhas bolas e em alguma parte do meu penis que ficava de fora, para ver até onde ia, deixa meu pau todo para fora, só com a cabecinha dentro dela, e sentia sua língua percorrer todo o resto, como se quisesse colocá-lo na boca, eu como gosto de deixar brecha, tirei meu pau, para fora, deixando ele todo para ele, mas não passou de lambidas, coloquei dentro novamente e voltei a bombar com vontade, pois já estava demorando demais, e poderia ter problemas, mais uma s gostosas estocadas, o cara começa a urrar e avisa a gostosa que vai gosar, ela aumenta a velocidade das chupadas, eu aproveito e também começo a socar com mais força, pois queria vê-la recebendo leite na boceta e na boquinha, o cara urra, grita e gosa fartamente, e eu claro que também já estava chegando lá, explodo em uma gosada alucinante, encho aquela linda borboletinha com o meu espesso leite, espero um pouquinho, até meu pau começar a amolecer e vou saindo lentamente, e vejo o meu leitinho escorrendo da linda borboletinha, e o cara ainda chupando o grelinho dela, recebia e engolia o leitinho, sem cerimônias.
Fui ao banheiro me limpei, arrumei a roupa, e voltei ao meu trabalho, o casal não pediu mais nada durante a noite toda, e ao sair de serviço pela manhã, eles ainda estavam hospedados, e nunca mais vi aquela linda e deliciosa borboletinha.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 3)


          Meu Trabalho meu prazer. (História 3)
      A história que hoje vou contar aconteceu no mesmo motel, em que trabalhei e aconteceu a minha história anterior, e olha jamais vi alguém gostar de pica como essa morena delicia que, lá conheci, sem exagero, uma delicia de mulher, ninfomaníaca, sim isso mesmo, pois se tivessem 10, ela transaria com os 10, era sair um e poderia entrar outro, e ai por diante.
      Eu já havia ouvido comentários sobre ela, mas ainda não a conhecia, até que uma bela noite, servindo um casal, normalmente, como todos os que sirvo, na segunda vez em que levo o pedido, vem aquela morena linda, enrolada na toalha, entro normalmente, pedindo licença e a olhando nos olhos, nossa que sorriso lindo, encantador, que boca deliciosa, que rosto lindo, com o cabelo molhado, em desalinho, uma boa parte por sobre o rosto, dando a ela aquela sensualidade natural, sem nada trabalhado , quase inocentemente, ao me virar para a mesa, para colocar a cerveja e os copos na mesma, continuo a olhando com minha visão periférica, e vejo que ela abre a toalha, para novamente fechá-la em volta do corpo, acho que a mesma estava escorregando ou um pouco larga em seu corpo, mesmo só a vendo com minha visão periférica, notei nitidamente as marquinhas deixadas, pela sua roupa de banho, aquelas marquinhas mínimas, lindas, branquinhas, contrastando com aquela deliciosa pele morena, nossa eram realmente pequenas as marquinhas, e ao me virar novamente ficando de frente para ela, não resisti, e com todo carinho e cuidado, para não assustá-la, nem me colocar em má situação, elogiei-a e me fiz de pobre coitado,reclamando que pela posição em que estava não ter podido contemplar todo aquele esplendor, ela sorriu, com aquela boca linda e aqueles dentes brancos certinhos, lindos, depois do sorriso, me senti mais liberto, para entrar mais um pouquinho, e pedir algo mais, o que fiz, pedi para que ela me deixasse vê-la totalmente despida, a morena linda, me disse sorrindo que não podia naquela hora, mas que se eu a continuasse servindo, que talvez ela arrumasse novamente a toalha como havia feito, eu estando de frente para ela, sorri, implorei mas o que consegui, foram somente promessas.
      Ao chegar na recepção, pedi ao meu companheiro de trabalho, para que se ela pedisse alguma coisa, ele me deixasse servir, e expliquei o porque, ele me perguntou como ela era, eu detalhei ela por inteiro, mesmo não a vendo direito, o que ele me disse, vou deixar sim, pois você sozinho não dá conta dela mesmo, ela vai querer mais alguém depois que você sair, e deu uma risada, perguntei porque ele me disse aquilo, e se ele já a conhecia, ele a chamou pelo apelido que todos já a chamavam, apelido esse que ficou conhecido, pela posição em que ela adorava a transar com o pessoal, era assim, em pé, com um pé apoiado na cadeira, e o cara se encaixava pela frente, ela agarra-se ao pescoço do sujeito, e poderiam bombar a vontade que para ela estava ótimo, se acabava de gosar nessa posição, mas também transava em outras posições, mas para ela essa era a escolhida.
    Depois desse relato, fiquei morrendo de curiosidade e vontade de ver e transar com aquela delicia de morena, e assim sofri por um bom tempo, na ansiedade de que ela fizesse logo mais um pedido, após um grande e sofrido tempo de espera, eis que a campainha toca e é o apartamento dela, pedindo uma cerveja, nossa nunca cheguei mais rápido em um apartamento, como naquele dia, meu amigo rolou de rir com a minha euforia, toquei a campainha, ela, não veio enrolada na toalha, mas simplesmente segurando a toalha na frente do corpo, deixando ver parte dos seios, e já saiu do quarto com aquele sorriso lindo e delicioso, coloquei a cerveja na mesa, e me virei para ela, fazendo cara de pidão, implorei para que ela deixasse a toalha cair, ela com o dedinho na boca, me fez sinal para ficar em silencio, e foi lentamente deixando a toalha deslizar em seu lindo corpo, meu Deus, que coisa maravilhosa, estava ali, totalmente nua, que corpo lindo, que seios maravilhosos, e a marquinha, do biquíni, que coisa linda, pela marca notava-se que era simplesmente mínimo, mau cobria o bico dos seios, parecia ser aqueles do tipo cortininha, em que a mulher regula o tamanho e a posição em que ela quer que fique sobre os seios, e a parte de baixo, dava para notar que se ela abrisse um pouco as pernas, o biquíni entraria em sua boceta, de tão mínima era a marca, e que boceta linda, totalmente depilada, lisinha, fique na hora de pau duro, e dei uma alisada, para que ela notasse a minha excitação, o que a fez me olhar com aquela carinha de safada, tarada, perguntei se poderia tocá-la, ela balançou a cabeça com o sinal negativo, forcei a barra e tentei tocá-la, o que aconteceu me deixou sem ação, ela com as duas mãos no meu peito, me empurrou de encontro a parede, me prendeu assim colocou a mão na minha boca para que nada falasse, foi se abaixando, ficando de cócoras, abriu minha calça, puxou meu pau para fora com tanta voracidade que tive medo que ela me machucasse, cheguei a me retrair um pouco, ela olhou para mim e sorriu novamente e continuou com o que havia começado, enfiou toda aminha piroca na boca de uma vez, sem ao menos dar um beijinho, foi com tanta vontade que ela o enfiou na boca, que parecia que queria engoli-lo, e assim começou uma das mais deliciosas chupadas que eu já havia levado em toda a minha vida, ela beijava, chupava, lambia, mordia, voltava a chupar, e não parava, tive que muito me controlar para não gosar em sua linda boquinha, e assim continuava a chupar com maestria, e segurando meu pau com uma das mãos, começou a alisar os seios com a outra, e foi descendo e alisando sua buceta, massageando seu clitóris, a principio com carinho, mas com o tempo, foi aumentando o ritmo, e em pouco, minutos, chupava e gemia, e continuava com toda aquela volúpia que começou, não se cansava, eu quase já não agüentando, tentei levantá-la, para procurar uma posição para poder enfiar meu membro em sua linda e depilada bocetinha, o que ela não deixou, deu um tapa na minha mão e continuou a chupar, e a me matar de prazer, me segurei e com muito esforço e concentração, consegui, deixar com que aquele monumento de mulher se sentisse satisfeita com seu excepcional boquete, ela depois de tanta violência, foi se acalmando e começou chupar com mais carinho, até que olhando nos meus olhos, foi se levantando e ficando na posição em que ela adorava meter, e foi me puxando pelo pau, e encaixando entre seus macios e deliciosos lábios vaginais, quando senti que estava na portinha, forcei e fui entrando devagar, sentindo aquele calor, abraçar meu penis por inteiro, que buceta quente e macia, meti assim por um bom tempo, até que senti um certo desconforto com a posição, e sai de dentro dela, claro que com ela reclamando, mas disse no seu ouvido, que queria em outra posição, ela sorriu, e deixou com que eu a colocasse como queria, deitei-a com o tronco sobre a mesa, abri o Maximo suas lindas perna, com aqueles pelinhos dourados, essa coloração que as mulheres adoram fazer, e ficam realmente lindas se forem morenas, me encaixei por traz dela e fui penetrando ela deliciosamente e passei a estocá-la, hora com força, hora com mais calma, tentando tirar assim o maxi mo de prazer daquele pedaço de morena de enlouquecer qualquer um, e a visão daquela bunda morena linda, grande, dura na medida certa, nada muito bombado, somente obra da natureza, linda com aquela marquinha mínima, em forma de triangulo, eu segurava abria e metia em sua buceta enquanto notava o seu cúzinho piscando, me convidando a penetrá-lo, o que eu tentei depois de um tempo, parei de bombar, tirei meu pau e dei duas pinceladas, no seu cuzinho, ela piscou, trancou, enfiou a mão por baixou pegou no meu pau e o conduziu novamente para a sua boceta e quando eu comecei a bombar novamente ela me disse que naquele dia ela não estava afim de dar a bundinha, disse que em uma outra oportunidade talvez ela o fizesse, continuei, e por mais um tempo bombei em sua boceta, enquanto uma mão as vezes acariciava seu clitóris, outras acariciava e apertava seus seio, e ela gemia, esperneava, xingava e pedia mais, pedia para fode-la com força, que ela queria gosar mais, cansei da posição, e sai de dentro dela, claro que com reclamação dela, disse que queria em outra posição, ela parou de reclamar, peguei a toalha que estava no chão, forrei, pois o tapete era assim tipo nylon, e aquilo queima, machuca se ficarmos roçando, pedi que ela deitasse de bunda para cima e abrisse as pernas, ajoelhei-me por traz dela, e por alguns instantes, fiquei a admirar aquela deliciosa visão, ela ficou encabulada e olhou para traz, com carinha de quem pergunta:” o que te fazendo ai?” sorri e lhe disse : estou apreciando toda a sua beleza, e achava que tudo era um sonho, ela, sorrindo me disse, para de sonhar, volta a realidade e bota essa piroca na minha buceta logo, que eu quero gosar porra, sorri, e deitei me por cima dela com as mão apoiadas no chão fui colocando devagarzinho, quando der repente ela joga a bunda para traz, forçando a entrada, até quase o saco entra, com tanta violência que ela usou, e assim ficou ela comandando os movimentos, e mantinha-me com as mãos apoiadas no chão, mantendo meu corpo um pouco levantado, enquanto ela rebolava e empurrava sua bunda para cima, fazendo com que meu pau entrasse por completo, ela rebolava e gemia, gritava, esperneava, até que me cansei e deixei meu corpo cair sobre ela e comecei eu a meter, enquanto ela tentava rebolar e gemia querendo mais, pedindo para que eu mordesse suas costas, o que fiz com bastante vontade, meti nessa posição até não agüentar mais e dar uma deliciosa gosada bem fundo em sua boceta, relaxei, deitei me a seu lado, ela mais que depressa, pegou meu pau com carinho, e começou a chupá-lo, agora com carinho, sugando todo o liquido que havia ficado no canal e na glande, chupou por alguns minutos e disse, que iria entrar, pois já havia demorado demais e alguém poderia ter acordo, o que descobri depois, que era mentira, que o cara estava o tempo todo acordado e sabia e gostava do que ela fazia,voltei ao meu trabalho, e o meu amigo reclamou, disse que eu havia demorado muito, pedi desculpas e ele me disse que o próximo pedido ele levaria, fiquei contrariado, mas como já havia provado daquela delicia, deixei, o que ele fez, e pelo tempo que demorou, também se deliciou naquela deliciosa morena, levando um pedido em um apartamento ao lado, vi que a porta do quarto, estava entreaberta, e na curiosidade abri devagar e olhei, para a minha surpresa, um arrumador, estava engatado na morena, na posição que ela adora, fiquei por um tempo olhando e sai, sem que fosse percebido, ao chegar perto do garçom que trabalhava comigo aquela noite, comentei a ele o ocorrido, e o que ele me disse, me espantou, ele me disse que não precisava ela pedir nada, bastava alguém tocar a campainha, que ela já sabia que alguém queria trepar com ela e ela já saia do quarto nua, não acreditei muito, e sai sorrindo, já quase Amanhecendo, pensando naquela deliciosa morena, fiquei excitado, e lembrei-me do que o garçom me disse, pensei, vou tirar a prova, cheguei perto dele e disse, vou ver se o que você disse é verdade, ele riu e disse pode ir que você vai ver, fui, toquei a campainha abri a porta, e esperei, já estava quase desistindo, quando ouço alguém mexendo na maçaneta da porta do quarto, e me sai àquela linda morena totalmente nua, e foi logo se jogando nos meus braços, não perdi tempo, e dei-lhe mais uma deliciosa foda.
      Amigos acreditem ou não, mas é a pura verdade, com o tempo, fui conhecendo melhor a linda morena, e ela freqüentava o motel toda semana, as vezes até duas vezes por semana, e era a nossa festa, nossa alegria, fazíamos fila para podermos ter alguns minutos de prazer com aquela linda e deliciosa ninfomaníaca, e olha, para ela não havia discriminação de cor, raça, etnia, beleza, nada disso a incomodava, o que ela adorava era simplesmente sentir-se preenchida por uma piroca, e quantas tivesse ele aceitaria sempre com a mesma vontade parecendo sempre ser a primeira foda da noite, só tínhamos um problema, não podíamos deixar o nosso cozinheiro ficar sabendo, ou contávamos, quando já estávamos saciados, pois o nosso amigo era um verdadeiro Jumento, algo assim descomunal, ela gostava encarava, mas ficava toda doida, e não deixava mais ninguém trepar com ela . Por isso escondíamos dele, quando ela estava hospedada, pois passávamos a noite transando com ela as vezes íamos até três vezes cada um, e quando ela estava naqueles dias mais tarada ainda, ela ainda perguntava pelo cozinheiro, ai deixávamos que ele fosse trepar com ela, mas não sem antes, estarmos todos saciados .   Nossa, que delicia de ninfomaníaca, louca, tarada e extremamente tarada...
   

quarta-feira, 11 de maio de 2016

CONTOS

MEU TRABALHO MEU PRASER 16.


MEU TRABALHO MEU PRASER 16.
    Olá meus amigos, estou aqui de volta para contar mais uma de minhas deliciosas loucuras, a que vou contar hoje, é um pouco meio diferente, não diferente mas sim meio fora do normal, pois a maioria das pessoas que se separam, terminam perdendo também a amizade e não mais se envolvem, embora comigo tenha sido diferente, pois minha ex esposa é minha amiga, minha amante e amante da minha mulher e o marido dela é o que comeu minha putinha junto comigo como relatei no último conto.
    Quando morava com minha ex, vivia perturbando ela para uma transa a três, mas ela nunca aceitou, ficávamos somente na fantasia e nunca quis partir para a realidade, enfim nos separamos, por motivos diversos, sem brigas, sem ressentimentos, pois afinal tínhamos um filho em comum.
    Pouco tempo depois ela foi morar com um cara, me chamou para conhece-lo, pois já havia conversado com ele e dito que eu tinha acesso livre a sua casa pois tínhamos um filho e eu poderia visita-lo sempre que quisesse, nos conhecemos e nos tornamos grande amigos, dormia na casa deles as vezes com eles em casa e as vezes que eles queriam sair e pediam para que eu ficasse com as crianças, pois alem do nosso filho, ela tinha uma menina que a ajudei criar o tempo em que vivemos juntos, o tempo passou, até que no último final de ano, eu já morando com minha putinha, minha ex nos convida para passarmos as festa de final de ano na casa deles, combinamos e assim aconteceu.
   Chegamos a residência, umas nove horas da noite, minha ex nos recepcionou e após os cumprimentos formais, minha ex me diz que quer falar comigo em particular assim que tivéssemos uma chance conversaríamos.
Lá pelas tantas, minha ex me chama e me carrega para um canto e começa a falar comigo, me pedindo para ajuda-la, pois o marido dela está numa secura só, querendo que ela transe com um outro homem e ele, ou com os dois com mais um casal, falei que veria o que poderia fazer, ela me pediu para não demorar porque ele estava enchendo o saco e ela já estava curiosa pois eu já a perturbava quando morávamos juntos, e agora ele era pior que eu, pois insistia e não tirava aquilo da cabeça.
   Terminamos a conversa, me dirigi para perto da minha putinha, que já veio perguntando o que tanto conversávamos, eu e minha ex, dei um sorriso para ela e falei que conversaríamos quando estivéssemos em casa, ela insistiu, mas nada falei, só disse que ela iria gostar .
   Ao chegarmos em casa, minha putinha veio logo me cobrado, queria saber qual teria sido o assunto da conversa com minha ex, contei-lhe tudo nos mínimos detalhes, ela ficou logo eufórica, pois minha putinha adora uma sacagem, e veio logo me dizendo, amor, marca com eles amor, vamos fazer nós quatro, e pulando em cima de mim, tirando minha roupa e caindo de boca em minha rola, me fazendo um delicioso boquete, que culminou em uma deliciosa foda.
   No dia seguinte liguei para minha ex, e contei-lhe o acontecido e perguntei se ela toparia trepar conosco, ela me disse que sim, conversamos mais um pouco e marcamos para a mesma semana.
No dia marcado, estávamos eu e minha putinha aguardando a chegada deles, comprei algumas cervejas para descontrair, assim que chegaram, após os cumprimentos, os deixei na sala e fui tomar um banho, ao volta vestindo apenas um short fininho, e sem cuecas, sentei-me ao lado da minha putinha e coloquei a TV em um canal pornô, conversamos mais um pouco, e notei que o clima estava um pouco frio, pois ninguém começava nada, então abracei minha putinha dei um beijo bem gostoso e segurando sua mão, coloquei no meu colo, fazendo ela pegar na minha rola, ai sim começou a esquentar, quando olhei para minha ex, seu marido já desabotoava seu vestido enquanto ela começava a alisar sua rola, retirei o meu short e minha putinha coçou a me chupar, minha ex olhava enquanto seu marido a despia, retirei a roupa da minha putinha, a deitei no sofá e abrindo suas pernas comecei a chupar aquela bucetinha quente e gostosa, chupei até ela ter seu primeiro orgasmo em meu lábios, ao me vira, minha ex, fazia uma garganta profunda no marido, com a rola até a garganta, levantei-me e ficando ao lado do marido ofereci minha rola para ela, ela a agarrou, e a colocou na boca, chupando gostoso, ora a minha ora a do marido e as vezes, tentava chupar as duas ao mesmo tempo, minha putinha sentou-se ao lado da minha ex, e começou a ajuda-la no boquete, e assim ficamos por um bom tempo, minha ex me chupando e minha putinha chupando o marido da minha ex.
    O marido da minha ex, puxou minha putinha para o quarto, fiquei com a minha ex na sala, a fiz deitar-se no sofá e comecei a chupar aquela bucetinha, chupando até que ela tivesse o seu primeiro orgasmo, levantei-me e a fiz me chupar por mai algum tempo, a puxei para o quarto, lá chegando minha putinha hurrava com o marido da minha ex, chupando aquela bucetinha deliciosa, coloquei minha ex de quatro na beiradinha da cama, arreganhei bastante suas pernas e dei mais uma chupadinha para lubrificar mais um pouquinho, e a penetrei com vontade, na posição em que minha ex estava, ela ficava com o rosto bem perto do da minha putinha, o marido da minha ex já havia parado de chupar minha putinha e já socava gostoso naquela bucetinha quente e deliciosa em um delicioso frango assado, e como o rosto das dua, estava bem pertinho um do outro, sem cerimônias as duas já chupavam a língua uma da outra, se beijavam com uma volúpia que parecia uma querer engolir a outra, ai a coisa ficou boa, pois dá um tezão enorme ver duas mulheres   se acariciando, se beija entre outras coisas, trocamos de parceira, e elas continuaram a se beijarem e se acariciar, coloquei minha putinha deitada de barriga para cima mandei minha ex, chupar a bucetinha dela, enquanto o marido a fodia por traz, e coloquei a pica no boca da minha putinha, nossa só que   já fez, sabe o quanto é prazeroso uma sacanagem assim, temos que nos controlar, as vezes desviar os pensamento, para não gosar fora de hora, mas devido ao efeito da cervejinha bebida antes, estávamos no controle, mudamos de posição mais algumas vezes, minha putinha chupou a bocetinha da minha ex, ficamos eu fudendo minha putinha e ela chupando o marido da minha ex, enquanto minha ex chupava os peitinho da minha putinha dividia a rola do marido da minha ex, com minha putinha e vice versa.
Transamos por mais de uma hora, assim nesse troca troca, mudamos de posição elas se chuparam, se beijara, dividiram nossas picas e se acabaram de gosar, quando já estávamos cansados de bombar, pedimos para que elas nos chupassem, que queríamos gosar na cara delas, e assim fizemos, gosei primeiro minha putinha me chupando, quando comecei a gosar, minha putinha puxou minha ex, e dividiu meu esperma com ela, encostei-me na cabeceira da cama e fiquei apreciando as duas chuparem o marido da minha ex, até ele gosar na boca das duas.
    Descasamos um pouco e fomos tomar um banho, os quatro juntos, e ali mesmo a coisa começou a esquentar, mas vou deixar para contar no próximo conto, pois esse já está longo demais.
 

   

quinta-feira, 5 de maio de 2016

CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 2)



             A história que venho hoje a contar, aconteceu quando eu trabalhava em um motel na zona sul do Rio, quem mora no Rio, deve conhecer, a avenida Niemeyer, e seus vários motéis, ao pé do morro do Vidigal.
             Trabalhei em um deles, alguns anos, e vou lhe dizer, realmente a vida noturna do Rio, é uma loucura, acontece de tudo. Fui trabalhar nesse motel, transferido de outro em Duque de Caxias, do mesmo dono, lá chegando, fui logo me familiarizando com novos ares, noites totalmente diferentes, e também clientela super diferente, após algumas semanas, já enturmado e conhecendo algumas garotas de programa, que faziam do motel, seu segundo lar, todas lindas e novinhas, cheias de vida e transbordando prazer, colei com uma que como ela me disse, veio do nordeste, ainda criança, e estava fazendo a vida para voltar para sua terra com alguns trocados, pois já havia comprado por lá tudo o que queria, e tudo com o dinheiro que ganhava com seus programas, era uma morena linda, corpinho violão, seios médios para grandes, uma bunda redondinha, e um par de coxas torneadas e fabricadas em academia, mas sem ultrapassar o limite, e se tornar aquela coisa bombada, nos tornamos amigos, depois que a ajudei a resolver um problema com um cliente, e a partir daí, nos tornamos amigos e confidentes, sempre que aparecia um cliente querendo mulher, eu mais que rápido, a colocava na fita, o que me dava certas regalias e conceito para com aquela delicia de morena.
            Certo dia ela estava com um cliente em uma de nossas suítes, já na madrugada , quando ela liga para recepção para pedir alguma coisa, como a telefonista havia saído para o banheiro, eu atendi ao telefone, e ela reconhecendo a minha voz, me disse que o cara com quem ela estava, iria embora e que ela iria ficar até terminar o seu período, para descansar, e que quando ele saísse, ela queria que eu fosse ao seu apartamento pois queria conversar comigo, fiquei ansioso, pois apesar de sermos amigo, e termos uma certa liberdade, eu ainda não a tinha visto, nem de roupas intimas.
             E assim aconteceu, o cara pediu a conta, pagou e disse que a menina iria ficar até vencer o período, após ele sair, fiquei esperando até que ela ligou, pediu uma cerveja e pediu para que eu a servisse, o que fiz prontamente, ao tocar a campainha, me aparece aquela maravilhosa morena, somente com uma micro-calcinha, toda enfiada, ralçando aquele corpinho lindo e aquela deliciosa bunda, nossa que mulher linda, de rosto corpo e tudo, pediu que eu entrasse, e servisse a cerveja para ela e para mim também, pois ela queria conversar comigo, perguntei se ela poderia antecipar o assunto no que ela me disse que se eu topasse, eu me daria muito bem .
               Servi a cerveja, brindamos e começamos a conversar, mas eu mesmo me contendo, havia horas que meus olhos pairavam em suas entranhas e não desgrudavam nunca, por mais que eu tentasse, o que a deixava com uma carinha de safada, rindo e me provocando, de repente ele me pergunta por que a olhava daquele jeito, disse-lhe que a achava muito gostosa, muito deliciosa e que era louco para transar com ela, e pedi para que ela tirasse a calcinha, o que ela fez, mas não sem antes me fizesse prometer que iria topar o que ela tinha para nos dois, mesmo sem saber o que era, disse que aceitaria qualquer coisa, mas eu também aceitaria se naquela mesma noite, ela transasse comigo, ela me disse que iria pensar, ela me disse que só transaria se eu a chupasse até ela gosar em minha boca, disse que faria tudo o que ela quisesse, desde que eu a tivesse.
               Ela então me chamou para o quarto e deitou-se na cama com as pernas aberta, e me disse, vem chupa minha buceta, estou precisando, não perdi tempo, cai de boca naquela bucetinha linda, chupei como jamais havia chupado, fiz ela gemer, gritar, chorar, e pedir mais e como depois ela mesma me disse, gosou duas vezes em minha boca, por quase meia hora eu me deliciei naquela bucetinha linda e carnuda, até que ela me segurou pelos cabelos, puxou a minha cabeça e disse em meus ouvidos, deita ai que vou te retribuir, mais que rápido, desbotoei minhas calças, e coloquei o meu pau explodindo de tezão para fora, e ela mais que depressa, caiu de boca e chupou com vontade, e como chupava gostoso, quando ela notou que eu já estava doido para gosar, ela parou, pegou uma camisinha e colocou no meu pau, com a boca, coisa que eu só tinha visto em filmes pornô, e subiu em cima com grande vontade e maestria, e começou naquele vai e vem, sobe e desce maravilhoso, e mordia meu pau com a buceta, coisa que eu também ainda não tinha conhecido, nossa ela era mesmo uma perfeita profissional, sabia como dar e receber prazer, estava quase gosando, quando ela me disse para não gosar, pois queria sentir o meu leitinho em sua boca, sai de dentro dela e retirei a camisinha, colocando o pau em sua boca, o que ela abocanhou com um jeitinho maravilhoso, chupava com carinho, bem devagar, assim como querendo prolongar o meu êxtase, disse que estava quase gosando e ela me pediu, gosa gostoso, me alimenta com seu leitinho, nossa quase desmaio de tanto que gosei, e ela não desperdiçou nem uma gotinha, engolindo tudo e se lambendo toda, me arrumei e disse que tinha que trabalhar, ela então me pediu para que eu voltasse mais tarde pois ainda tinha que conversar comigo.
            Voltei mais tarde, ela estava se arrumando para dormir um pouco, mandou que eu entrasse e foi logo me falando o que queria, disse-me ela que tinha um cliente, cliente já antigo, que lhe tratava muito bem, e que a algum tempo, estava perturbando para que arrumasse alguém para transar com eles, mas que esse alguém teria que transar com ele também, pois ele era bi e que a muito estava sem fazer nada pois o caso que ele tinha, havia ido morar em outro estado   com a família.
          Disse que toparia, desde que ganhássemos alguma coisa com aquilo, e que não queria despesa nenhuma, ela me disse que ele tinha dinheiro, nos bancaria e que poderíamos nos dar bem, aceitei, ela me pediu para que a deixasse dormir um pouco e que quando ela fosse sair acertaríamos os detalhes.
       E assim aconteceu, marcamos de ela me ligar, assim que acertasse os detalhes com ele, o que ela fez dois dias após a nossa tranza, marcamos de eles me pegarem no trabalho no fim do expediente em um sábado.
       E lá estávamos nós três, dentro do carro, ela no carona e eu no banco de traz em plena avenida Brasil, rumo a baixada, a procura de um motelzinho, quando ele desvia o carro para um acostamento, desses que são usados para carros enguiçados, para o carro e pede para que ela vá para o meu lado, percebi que ele já queria que começássemos, e começamos, ele voltou a dirigir, e eu a beijar aquela morena cheia de tezão, depois de alguns minutos, ela já estava só de calcinha deitada no meu colo, mamando como só ela sabe mamar, eu com uma mão apertava seus peitinhos, e a outra a dedilhar o seu grelinho fazendo com que ela chupasse e gemesse gostosamente, entramos no motel, ele pediu uma suíte, a menina nem ligou que haviam três no carro, ao entrarmos na garagem, ele arreia a mesma e começa a tirar a roupa ali mesmo, ficando pelado, com o pau duro feito uma rocha, bate no vidro do carro e pede para que saiamos, o que fazemos rapidinho, ele nem conversa comigo, me empurra, em direção ao carro, me encosto, ele me encoxa, com o pau duro, e me abraça, querendo me beijar, fiquei meio sem jeito, mas aceitei o beijo, e assim ficamos por alguns minutos, até que a morena linda se agachou no meio de nos dois, colocando a minha pica na boca e punhetando a dele e assim trocava ora em uma ora em outra, ele já muito tarado, abaixou-se e caiu de boca na minha rola também, e ficou dividindo com ela, eu já quase não agüentando, mas me segurava no que podia, para não precipitar-me em uma gosada fora de hora, ele pedia ppara que eu sentasse no na tampa do motor do carro, estava meio quente ainda mas nem liguei, queria era curtir tudo aquilo, sentei-me ele ficou me chupando enquanto a morena bagava um delicioso boquete nele, assim ficamos por um tempo, até que ele a segurou pelos cabelos, e conduziu seu rosto para a sua bunda, o que ele queria ela já sabia, e começou a lamber-lhe o cú, lambia, cuspia enfiava o dedo, depois dois, lacerando e preparando aquele orifício para a minha pica, quando ele já não agüentava mais parou de me chupar e debruçou-se na tampa do motor, me puxou me deu um beijo e me pediu igual a uma putinha, bota no meu cú bota, não me fiz de rogado, como a morena estava agachada ainda, dei meu pau para ela chupar e pedi para que ela o deixasse bem molhado, o que ela fez com maestria, e assim , conduzi meu pau a até a entrada do seu anus, e fui forçando devagar, o que não mostrou muita resistência mostrando que ele realmente já havia sido fodido e muito naquele belo orifício, ao entrar a cabeça, ele mesmo força o corpo para traz e faz com que entre todinho de uma vez, nossa, quase goso, comecei a bombear, com vontade no seu cu, e ele pedindo mais e mais, a morena levantou-se e ficou o beijando e alisando o seu pau, até que ele foi ficando meio de lado, e abaixou a morena pela cabeça, direcionando para que ela o chupasse enquanto eu o fodia, nossa o homem enlouqueceu, urrava me pedia para que o fodesse com força, e que ela o chupasse pois estava prestes a gosar, o que fizemos, ele gosou primeiro, a morena, enquanto o chupava, tocava uma siririca, e acabou gosando com a boca se enchendo de porra, e quase se engasga, e eu vendo aquilo, não agüentei mais e dei-lhe uma deliciosa gosada enchendo o cuzinho dele de porra.
         Refizemos-nos, ali mesmo na garagem, entramos para o apto, tomamos um banho os três e fomos para cama, tomamos umas cervejas, conversamos um pouco e recomeçamos tudo de novo, a noite foi uma loucura, comi o cu dele de novo, comi o cu dela, fizemos dupla penetração nela, gosamos os dois na boca dela, viramos a noite fudendo de tudo o quanto é jeito, e assim nos tornamos amantes, os três, claro que saia sozinho com a minha morena, e cheguei a sair sozinho com ele também, mas como tudo o que é bom dura pouco, um dia acabou, eles sumiram da minha vida, como entraram do nada !!!!!!.
            

quarta-feira, 4 de maio de 2016

CONTOS.

MEU TRABALHO, MEU PRAZER. (História 1)



      Olá, sou novo por aqui, sou cadastrado no site a algum tempo, mas só agora resolvi escrever este relato, não é um conto, pois o meu trabalho me proporcionou inúmeras loucuras sexuais, então se eu decidir escrever novamente, todas minhas histórias, foram realmente vividas.
       Tenho hoje 49 anos, não sou um exemplo de beleza, na verdade me acho extremamente feio, trabalho desde os dezenove anos, em motel, a maior parte do tempo como garçom, o que hoje não sou mais, mas sinto uma grande saudade, e nesses anos trabalhados, servindo casais, heteros, casais bi, casais homo, homens sozinhos, mulheres sozinhas, swings, ménage, enfim, quem conhece o ramo ou freqüenta, sabe que rola de tudo um pouco, ou um muito, as história que contarei, não serão em seqüência, mas sim a que primeiro vier na mente na hora em que for escrever.
          A história de hoje, foi uma das que muito me marcou, pois eu acho que se o casal não some, eu teria me apaixonado pela mulher do cara, tudo começou, em um domingo, dia de movimento, mas sempre a tempo para uma fugidinha, fui servir um casal em uma de nossas suíte, ao chegar e tocar a campainha, o cliente abre a porta normalmente, dou boa-noite o que sou correspondido, sirvo as bebidas normalmente, peço licença e já estou me virando para sair quando o cliente me chama e me pergunta o porque de tanta pressa, digo-lhe que a casa está cheia, e peço desculpas mas tenho que sair, ele me diz que quer conversar comigo e pergunta a que horas o movimento diminui, digo-lhe que depois da meia-noite, começa a ficar mais calmo, ele então me diz que as 00:30, iria pedir mais alguma coisa e queria que eu o fosse servir.
          Disse-lhe que tudo bem, mas que não poderia ficar por muito tempo, pois poderia perder o meu emprego, e assim ficamos combinado.
          As 00:35, a campainha toca e a telefonista me pede para levar 2 copos com gelo, na já citada suíte, já esperando alguma demora, chamo o garçom que trabalha comigo e explico a situação, pois sempre damos uma força um para o outro, e nesses momentos um tem que trabalhar pelos dois, para que o gerente não desconfie ou os clientes não reclame do atraso dos pedidos.
            Toquei a campainha, já na espera de novidades, mas achei estranho pois quem me atendeu foi novamente o cara, dei-lhe boa noite novamente ele correspondeu e me perguntou se eu teria agora um tempinho, disse que sim, ele então me disse : tenho um presente para você, mas quero sigilo, e não quero envolvimento, respondi que tudo bem, que ele não precisaria preocupar-se pois o que eu não queria era problemas, ele então me mandou entrar no quarto e disse seu presente esta na cama, entra e desfrute-o, pois vou tomar um banho e pegar uma sauna, mas não vá embora antes que eu volte, disse que tudo bem, mas que ele não demorasse muito, e assim entrei no quarto, as luzes estavam apagadas, somente com a claridade da TV, nossa, um corpo excepcional, com uma calcinha preta tipo fio dental, deitadinha de bruços, como se estivesse dormindo, sentei-me na cama ao seu lado, ela continuou sem esboçar reação nenhuma, alisei seus cabelos, comecei a acariciar seu corpinho, o que a fez respirar mais forte e soltar pequenos gemidinhos, abaixei-me e beijei seu pescoço, ela se soltou e foi se virando devagarzinho, nossa mesmo na penumbra ela parecia muito linda procurou minha boca e me beijou forte, sugando minha língua enquanto eu alisava todo o seu corpinho, já alisando também aquela gruta carnuda que formava um volume lindo sobre a calcinha, me soltei um pouco e perguntei se poderia acender a luz, pois queria vê-la por completo, ela disse que sim , acendi e me estarreci com uma deliciosa morena, linda de rosto, de corpo, queimadinha de praia, com um par de seios médios, com os biquinhos apontando para cima, um verdadeiro tezão de mulher, voltamos a nos agarrar, no beijando, nos sugando ela me amassando o uniforme todo, tirei sua calcinha, e vislumbrei com aquela bucetinha, inchada, lábios carnudos e grandes, um clitóris que mais parecia uma miniatura de um piru, e totalmente depilada, não agüentei e cai de boca, não imaginando se ele já havia metido ou não, não quis saber, chupei, lambi mordi, até ela gosar em meus lábios, assim que gosou e relaxou um pouquinho, enfiou minha rola na boca com um carinho que poucas vezes havia visto em minha vida, nossa, era carinhosa e extremamente deliciosa aquela boquinha, a deixei fazer o quanto ela quis, pois já não tinha mais pressa, me deliciei, até que ela subiu em cima de mim e posicionou meu pau em sua deliciosa fenda e foi descendo vagarosamente, até senti-lo todo agasalhado por sua gruta do prazer, e assim começou a se movimentar deliciosamente a gemer dengosa e gostosa, ficamos assim por um tempo até que o cara entrou no quarto já pelado e de pau duro, pronto ai a menina se transformou, xingou ele, por ele ter demorado tanto, que ela queria sentir-se preenchida com dois paus ao mesmo tempo, e pediu para que ele colocasse a pica e sua boca, ele assim o fez, a mulher perdeu aquele carinho, e aquele dengo de outrora, e parecia que o mundo ia se acabar e ela queria acabar-se fudendo, ela o chupava com força, e pulava no meu pau como uma louca, e eu me prendendo para tirar o Maximo de prazer daquela morena deliciosa, der repente ela pediu para que ele a fodesse por traz, junto comigo, ela queria sentir dois paus na sua boceta, ele rapidinho satisfez as suas vontades, e ela urrava gritava, me mordia me beijava e chorava de tanto gosar, depois de mais algumas gosadas, ela pediu para que ele saísse, o que ele fez, ela saiu de cima de mim, mandou ele deitar-se e subiu em cima ela me puxou pelo pau, e colocou em sua boca, chupando com maestria por alguns minutos, e depois me pediu com todo dengo e carinha de tarada: bota na minha bundinha bota, o que rapidamente comecei a tentar, pois ela não parava de rebolar em cima do cara, depois de algumas tentativas frustradas, ela sentiu que não iria conseguir, ai se acalmou, e esperou eu colocar primeiro para depois continuar com sua cavalgada, nossa como a mulher pulou, gritou, gemeu, chorou e gosou, ficamos mais de 40 minutos ali eu no rabo e o cara na buceta, até que notei que já havia demorado muito tempo e anunciei que iria gosar, ela me pediu para sair de dentro dela, deitar na cama, o que fiz, ela saiu de cima do cara e mandou ele comer sua bundinha enquanto ela bebia o meu leitinho, ele colocou tudo de uma só vez, fazendo com que a cabeça dela fosse para frente e minha pica tocasse fundo em sua garganta, me dando mais prazer ainda, ela me sugou com maestria, sabendo que eu estava preste a gosar, e me fez dar uma gosada longa e deliciosa e encher a sua boquinha com meu leitinho, o que ela engoliu e sugou até deixar meu pau limpinho, sai e fui ao banheiro, me limpar direito e me arrumar, pois tinha que trabalhar, e do banheiro ouvia ela gemendo na pica do marido e pedindo para que ele me convencesse a ficar com eles que ela queria sentir minha pica méis tempo dentro dela, e mandava ele meter com força que ela queria gosar mais, até que ele gosou e os dois relaxaram em cima da cama, sai do banheiro, já todo arrumado, dei um selinho nela e me despedi, quando ela levantou-se e foi atraz de mim para fechar a porta quando eu saísse, e na saleta, ela me pediu, para que eu voltasse mais tarde, que ela queria foder mais comigo e com o seu marido, me agarrou e me beijou novamente, prometi que voltaria, e voltei, tranzamos mais uma vez naquela noite, e eles se tornaram clientes do motel, quando eles chegavam, na portaria já perguntavam se eu estava na casa, e quando pediam alguma coisa fasiam questão que eu fosse servi-los, e fudemos por muitas vezes, de todas as formas, ela era tarada e gostosa, ele fazia tudo o que ela pedia, e fazia mesmo, só para satisfazer os desejos dela, ele chegou até a pagar um delicioso boquete em mim, enquanto ela se masturbava enlouquecida, até gosar urrando como uma loba !!!!
    Enfim, como ele já havia me falado no inicio, que não queria envolvimento, acho que ele notou que ela estava agarrada demais comigo e um belo dia, depois de uma deliciosa foda, ao sair do apartamento e ela me acompanhar até a saleta, ela me confessou que aquela seria a última vez que eles estariam ali, pois eles já haviam até brigado por minha causa, e que ele estava com ciúmes, o pior é que eu estava sentindo alguma coisa por ela, pedi para eles conversarem, e resolverem que eu queria continuar, mais ela me disse que ele estava irredutível, e não poderia contrariá-lo, pois ele era muito bom para ela. Deu-me um delicioso beijo, e sumiu, nunca mais servi minha deliciosa morena !!!

terça-feira, 3 de maio de 2016

CONTOS.

                                         MEU TRABALHO, MEU PRASER 15.
         Olá meus amigos, em algum conto já relatado, citei que eu e minha deliciosa putinha temos um casal com o qual transamos juntos, o que vou contar hoje, é uma tranza a três, eu minha putinha e cara que forma esse casal.
       Já estávamos a algum tempo se fazemos nenhuma sacanagem, e ela me cobrava sempre, pois estava com saudades de tranzar com dois homens, entrei em contato com o nosso amigo, e perguntei se a mulher dele deixava ele tranzar com a gente sem ela por perto, ele me disse que iria conversar com ela e me daria uma posição.
      Ligou-me no dia seguinte, pedindo para que eu marcasse que ela não se importaria só exigiu algumas coisas que não vem ao caso no momento, marquei com ele para o mesmo dia e assim que desligou, liguei para minha putinha para que ela levasse as crianças para a casa de uma tia deles que a noite teríamos uma deliciosa sacanagem.
    Sai do meu trabalho e assim que cheguei em casa liguei para o amigo, avisando que já o estávamos aguardando, ele mais do que depressa veio ao nosso encontro, após a confraternização formal de quem recebe uma visita, fomos logo para o quarto, pois estávamos loucos para tranzar, minha putinha já estava toda deliciosa com uma lingerie preta transparente e uma calcinha minúscula branca e sem soutien o que a deixava linda e deliciosa,ao entrarmos no quarto minha putinha senta na cama e me puxa pela bermuda, retirando-a e caindo de boca em minha rola, que já estava em ponto de bala, me chupa gostoso como só ela sabe, o amigo fica ao lado somente olhando, quando ela para de me chupar e também faz com ele o mesmo que fez comigo, e fica o chupando deliciosamente, após um tempo ela nos coloca lado a lado e começa a chupar um enquanto punheta o outro e vice e versa, em dados momentos ela coloca os dois paus na boca e fica assim, ora com um, ora com outro, ora com os dois, a deitei na cama, retirei sua calcinha e comecei a chupar sua bocetinha, enquanto ela continuava com o pau do nosso amigo na boca, como se o mundo fosse se acabara e ela queria partir com uma rola na boca, a chupei bastante até que ela deu uma deliciosa gosada em minha boca, mandei o amigo deitar-se na cama e a coloquei de quatro, a penetrei na posição que ela mais adora e comecei a meter com vontade, enquanto ela chupava de se acabar o nosso amigo, nessa posição ela deu mais uma deliciosa gosada, gemendo e quase se engasgando com a rola do amigo na boca.
       Sai de dentro dela e mandei o amigo, ficar no meu lugar, fui até a cozinha e tomei um copo com água e quando voltei peguei no guarda - roupa um tubinho de KY, o amigo ainda a fodia de quatro, ela gemia e pedia para que ele a fodesse com força, o que ele fazia com muita vontade, enquanto dava-lhe diversos tapas naquela bunda deliciosa, sem pedir que o amigo parasse, enchi meus dedos de KY e comecei a lubrificar o seu cuzinho, enfiei um dedo, minha putinha enlouqueceu, pediu mais, gritava e gemia, enquanto dava mais uma deliciosa gosada, quando notei, já estava com três dedos todos enterrados em seu rabinho.
       Deitei-me na cama, com as pernas para fora da cama, e pedi que ela me cavalgasse, passei o ky para o meu amigo e ele já sabia o que fazer, lubrificou o pau, enquanto olhava aquela bunda deliciosa toda arreganhada, ela já atingia mais um orgasmo enquanto rebolava na minha rola, quando ela terminou, e relaxou em cima de mim, fiz sinal sinal para que o colega se aproximasse e colocasse em sua bundinha, enquanto eu com as mãos a arreganhava toda, deixando seu cuzinho a mostra, ele não perdeu tempo e começou a penetra -la suavemente, ela relaxou e deixou que o amigo colocasse toda a piroca no seu lindo cuzinho, quando ela sentiu ele todinho dentro, ela me pediu para que me movimentasse, comecei a fode-la e o meu amigo fazia o mesmo, minha putinha se transformou, gritava me chamava de puto, porque mandei o amigo comer o cu dela, gemia gritava pedia para que arreganhasse sua bunda e pedia para o amigo fode-la com força pois ela estava tendo orgasmos um atrás do outro, gosava sem parar, pedia para o amigo bater em sua bunda, nos xingava dizia que estava adorando sentir duas picas dentro dela, assim ficamos metendo por mais uns vinte minutos, minha putinha já não aguentava mais de tanto gosar, quando explodimos em um goso violento eu em sua bucetinha e o meu amigo no seu cuzinho, ela relaxou e deitou-se na cama toda arreganhada com porra escorrendo pela bucetinha e pelo cuzinho, eu e o amigo fomo tomar um banho e tomamos uma cerveja ao voltarmos para o quarto ela havia pegado no sono toda melada, o amigo foi embora, eu dei um tempinho voltei ao quarto a virei de barriga para cima arreganhei suas perna e cai de boca na bucetinha dela toda melada ainda da minha porra, ela acordou sendo chupada e deu mais uma gosada na minha boca, pedi para que ela ficasse de quatro, e empurrei minha piroca no seu cuzinho, entrou com facilidade, pois o meu amigo já o havia arrombado, ela me xingou, gemeu gritou, gosou novamente, quando vi que ela já estava satisfeita, tirei da sua bundinha deitei-me na cama e lhe disse que queria gosar na sua boquinha, ela não se fez de rogada chupou-me até que enchi sua boquinha de porra e minha putinha engoliu tudinho.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

CONTOS.

BRINCADEIRAS PARA NÃO ESFRIAR O RELACIONAMENTO



   Tenho escrito alguns contos, com acontecimentos reais, a maioria no meu trabalho, mas decidi mudar um pouco, vou agora contar o que fazemos, eu e minha putinha, para não deixarmos o relacionamento virar rotina.
   Algumas vezes, a deixo sair sozinha, com amigas, para curtir um baile, mas ela ao chegar tem que me contar tudo o que aconteceu. No último passeio dela, ela estava toda empolgada, colocou um vestidinho curto e soltinho, se maquiou toda e ia colocando um shortinho por baixo do vestido, pedi a ela para não fazer isso, e disse que melhor seria ela sair sem calcinha, mas ela não aceitou e colocou uma minúscula calcinha por baixo do vestido, saíram as 22:30, pedi para que ela não perdesse a hora de voltar, pois saio para o trabalho cedo e não teria com quem deixar as crianças, mal ela saiu, as crianças já dormindo no quarto delas, coloquei a TV em um canal pornô e fiquei imaginando o que ela iria aprontar, não resisti e toquei uma deliciosa punheta.
Dormi, acordei as 04:00 da manhã e ela ainda não havia chegado, liguei novamente a TV no dito canal pornô e fiquei deitado fumando um cigarro, as 04:30, ouço barulho na porta da sala, continuo deitado, ela sobe, vai direto para o quarto nota que estou acordado e me beija com aquele bafo terrível de cerveja fermentada, queria deitar e ficar ao meu lado, pois estava meio tonta ainda de tanta cerveja ingerida e a noite de sono perdida, não deixei, pedi para que ela tomasse um banho que melhoraria e eu queria conversar e saber como foi a noite, ela sorriu e concordou com o meu pedido.
Tomou seu banho, escovou os dentes e se perfumou, estava bem melhor quando me beijou novamente, sentou-se na beirada da cama, a puxei e a deitei em meus braços pedindo-lhe para que me contasse como foi a noitada, ela sorriu e logo foi falando que pareciam um monte de urubu em cima de um animal morto, não podia dar um passo que tinha homens atrás, tentando agarrar, beijar e se possível fuder, perguntei quantos ela beijou, ela me disse sorrindo que havia beijado uns cinco ou seis, não lembrava mais devido ao álcool em excesso ingerido, perguntei se só havia rolado beijos, ela com aquela carinha de puta, me disse que havia apertado a pica de todos eles, e que todos haviam dedilhado sua deliciosa bucetinha, ela me disse também que dois deles queriam porque queriam, fode-la dentro do baile mesmo, mas ela não quis pois estava com as amigas, e me disse que deu uma chupadinha em alguns deles, e que gosou nos dedos deles, disse ainda que um deles, deu uma bela gosada em sua boquinha, e que ela engoliu tudo, pois estava muito tarada e a piroca do cara era muito bonita e gostosa, eu já com a piroca dura feito um ferro, só ouvindo ela contar sua peripécias, a segurei pelo cabelo e a forcei a chupar minha piroca, ela chupou com vontade por um bom tempo, depois fizemos um delicioso 69, onde ela deu uma deliciosa gozada em minha boca, olhei para o relógio e vi que ainda tinha tempo para brincar mais um pouquinho, a coloquei de quatro na beira da cama e meti a piroca sem dó, ela rapidamente chegava a mais um orgasmo, meti bastante me prendendo pois não queria gosar, e mandei ela me falar dos caras enquanto a fudia, ela falava elogiava e gosava, disse que queria foder com eles, mas queria comigo junto, quando já não estava mais aguentando, dei uma cuspida na bunda dela e enfiei um dedinho em seu rabo, fui amaciando, e enfie outro, logo estava com três dedos em seu rabo, tirei meu pau de sua bucetinha e forcei a entrada do seu cuzinho, coloquei todo meu pau naquele buraquinho apertado, ela gosava novamente e eu já não aguentava mais e após alguns minuto enchi seu cuzinho com meu leite quentinho, ao tirar o leite escorria, levantei e fui ao banheiro, tomei um delicioso banho troquei minha roupa e ao voltar ao quarto ela dormia pesadamente toda arreganhada e o rabo cheio de porra peguei um lençol, a cobri, dei-lhe um beijinho e sai para o trabalho, leve como uma pluma.
Ao voltar a noite do trabalho, depois de as crianças se recolherem, e nos também procurarmos o aconchego do nosso ninho, a fiz contar tudo novamente, com mais calma e detalhes, o que ela fez, relatou tudo o que aprontou, com muita clareza nos detalhes, e contou novas coisas feitas, que devido ao álcool ingerido na noite anterior, ela havia esquecido, acabamos, em uma deliciosa foda.
Esse é uma das brincadeiras que fazemos, para estarmos sempre, em sintonia com o prazer, tem mais, nos próximos contos eu relato para vcs.
       Um grande abraço a todos, e espero que gostem.