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sexta-feira, 31 de março de 2017

CONTOS.

Meu Trabalho, meu prazer . 6
   Olá amigos, eis-me aqui mais uma vez, para relatar mais uma de minhas inúmeras deliciosas aventura sexuais, em que meu trabalho é a razão de todas as maravilhosas e verídicas histórias a que vou relatar hoje, como todas as outras, aconteceram sempre no meu local de trabalho, como vcs devem ter notado, jamais citei nome algum ou de alguém, pois não quero problemas e também por respeito a todos os envolvidos, poderia até citar nomes fictícios, mas achei melhor assim, sem nomes.
    Estava eu como de costume, trabalhando tranquilamente, mas ansioso por alguma aventura, pois só quem trabalha ou jê trabalhou no ramo, sabe que de uma hora para outra tudo pode acontecer, quando a telefonista me avisa que tem telefonema para mim, corro para atender, é um amigo taxista, já na madruga, deixando o ponto, dis-me ele que encontrou uma morena toda gostosa, que já um pouco alta, devido a bebida e que tinha discutido com a roda amigos com quem estava se divertindo e que queria que ele a levasse em casa, como ele notou que poderia rolar alguma coisa, a convidou para bebericarem em um bar de um amigo, pois ele teria que comprar cigarros e poderiam beber alguma coisa e conversarem, ela já com o efeito da bebida e talvez por estar magoada coma os amigos que a acompanhavam, aceitou prontamente, depois de algumas goladas, ele a convidou para irem para um local mais aconchegante, onde poderiam ficar mais a vontade, ele me disse que ela perguntou para ele na lata, se ele estava afim de leva-la para um motel, ele disse que sim, ela então disse que toparia, pois estava com muita raive do que já tinha acontecido com ela e ela queria aproveitar o resto da noite e faria qualquer coisa para isso, ele então, pediu a conta, e disse que iria ao banheiro, momento ao qual me ligou, avisando que a levaria para o meu trabalho e que se ela topasse, faríamos uma festinha.
Esse meu amigo, taxista, já nos proporcionou vários episódios interessantes em matéria de putaria, com essas minas que ele encontra na madrugada, historias que contarei depois .
       E assim ele colocou a morena no carro e partiu para o meu trabalho, entrou, acomodou-se e logo em seguida pediu uma cerveja e pediu para que o servisse, assim o fiz, lá chegando, ele me atende, manda que eu entre, e encha os copos, senta na mês, e começa a beber, pergunto pela morena, ele diz que ela está no banho, e pede para que eu vá buscar uma bebida quente para ela, rapidinho, vou a copa e preparo uma caipirissima, volto rapidinho, tão rápido que a morena ainda estava no banho, coloquei a caipirinha sobre a mesa, o meu amigo levantou-se e foi até o banheiro, a porta estava apenas encostada, ele abriu devagar, e me chamou, corri até ele e a vi debaixo do chuveiro, nossa que mulher gostosa, que bunda deliciosa, ficamos um tempo olhando até ela começara a fechar o chuveiro, saímos, e voltamos para a saleta, ela saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cabeça, e outra em volta do corpo, nossa que cara de safada, com licença da palavra, que cara de “puta”, ela tinha, veio em nossa direção e sentou-se na perna do meu amigo, ele nos apresentou, e com beijinhos no rosto, a elogiei, já com segundas intenções, passei-lhe o copo com a bebida, no qual ela deu uma grande golada, sem fazer nem careta, estava já acostumada e calibrada para sentir alguma coisa ruim, conversamos um pouco, eu sempre jogando uma indireta, na qual ela sorria a amostrava aqueles dentes lindos e aqueles lábios carnudos, que só de olhar me deixavam de pau duro, após um tempo, meu amigo, pediu para que ela tirasse a toalha, ela disse não, mas com uma carinha de charme, se fazendo de difícil, ele então começou a lhe alizar toda, fazendo carinho, beijando-a e acariciando, e aos poucos retirando a toalha, a qual ela insistia em recolocar no lugar, e me olhava com aquela carinha de puta, enquanto tentava se recompor, de tanto ele insistir, ela também já cheia de tezão, não mais tentou se recompor, deixando assim que ele a deixasse nuazinha em pelo, nossa que mulher linda, devia ter entre seus 25 a trinta anos, mas o corpo era uma mistura de ninfeta e mulher ao mesmo tempo, tudo no lugar, bunda bem detalhada, grande, com a marquinha de biquíni que eu adoro, barriguinha lizinha, coxas grossas, mas sem exagero, seios de mulher, naturais, não de ninfeta, mas de uma mulher que já amamentou, mas soube se conservar e continuar com aquela aparência sempre de jovem, linda por inteira, a bocetinha , não se via com ela em pé pois ela tinha aquele tradicional tufo de pelos em cima, bem aparadinhos, tentei me aproximar, ela me afastou, ele piscou para mim e fez sinal para que fosse pegar mais uma cerveja que iria conversar com ela, o que fiz, aproveitando e levando outra caipirissima para ela também.
    Ao voltar com a cerveja eles já não estavam mais na saleta, ele abriu a porta do quarto e deixou meio aberta enquanto veio me atender, estiquei o pescoço e a vi deitada na cama com aquela linda bunda para cima, toda mole devido ao alto teor alcoólico, ele me disse, que ela a principio não estava topando brincar com nos dois, mais que ele a convenceria, assim, sai e os deixei a vontade, continuei o meu trabalho, já eram umas três hora da manhã, ele me liga e pede mais uma cerveja e uma caipirinha e a conta, fui cobrar, e perguntei a ele o que tinha acontecido, ele me disse que não adiantou ele conversar que ela não aceitou, mas que ele iria embora e a deixaria sozinha no apartamento, e que o resto seria comigo, assim o fez, pagou a conta, pedi a ele para quando sair, levar a chave do apartamento para que ela não trancasse por dentro, o que ele fez, passou no meu setor de me disse que a mulher depois que tomou a última caipirinha, estava mesmo grogue, e que se eu não me adiantasse, que ela pegaria no sono e nada lhe acordaria, disse a ele que não teria problemas.
    Aguardei uma meia-hora depois que ele saiu, e fui até o apartamento, ela estava nuazinha ainda de bruços, chegava a roncar, fiquei olhando por um tempo, apreciando aquela maravilha, comecei a lhe fazer carinhos, por todo o corpo, beijei todo o seu corpo, a virei na cama deixando-a de barriga para cima, abri suas pernas, alizei sua bocetinha, ela nem sinal de vida dava, continuei, e não resistindo, abri mais suas pernas e cai de boca em sua buceta, chupei com vontade, coisa que eu adoro, e nem me lembrei que   o cara havia acabado de transar, mas depois vi que ele havia usado camisinha, mas se não tivesse usado, teria feito do mesmo jeito, nessas horas nada me importa, depois de muito chupar e com vontade aquela deliciosa boceta, tirei toda a minha roupa e entrei no meio das perna dela, e aos poucos a fui penetrando, e comecei a bombear com vontade, meti com vontade, ela de repente começou a gemer, e me agarrou e começou a falar coisas que eu não entendia, e me chamou por um nome para mim desconhecido, não me intimidei e continuei, depois de um tempo, a virei novamente de bunda para cima, coloquei um travesseiro embaixo dela para que ela empinasse um pouco a bunda, fiquei um pouco admirando aquele monumento de bunda, a penetrei novamente na buceta, por traz, nossa que coisa gostosa ficar fudendo e olhando aquela enorme e linda bunda, me prendi o Maximo, sempre metendo gostoso, hora ela gemia, hora ela tentava se mexer, mas não sabia se ela estava dormindo ou só fingido, meti bastante, e quando estava para gosar, tirei meu pau e enchi sua bunda de porra, me limpei, limpei ela também e sai, deixando-a na mesma posição em que a encontrei.
   Continuei meu trabalho, mas continuava com tezão, pensando naquela morena e na duvida se ela dormia ou só fingia, assim, não aguentando mais, voltei lá, só para ter a certeza se ela estava dormindo mesmo, abri a porta e notei que do mesmo jeito que a havia deixado, ela continuava, pensei, “ ela realmente estava dormindo anestesiada sob efeito do álcool, passei a mão em sua bunda, beijei, alizei, dei umas palmadas, ela novamente sem reação nenhuma, meu pau endureceu novamente, não resisti, tirei a roupa e meti o piru nela de novo, dessa vez, acho que ela estava em sono mais profundo, pois só dava uns gemidos de vez em quando, metia com força, para ver se ela acordava, mas nada, a puxei para beirada da cama, coloquei seus joelhos no chão deixando ela debruçada na cama arreganhei o Maximo sua pernas, dei mais uns beijinhos em sua boceta, e novamente a fodi com vontade, mas com vontade mesmo, pois estava difícil de gosar, devido ao álcool que eu havia ingerido e já havia dado uma foda a pouco tempo atraz, me concentrei e meti com vontade, fazendo um grande esforço até que consegui enche-la com o meu esperma, dessa vez gosei dentro dela, sai, me limpei, coloque a chave na porta por dentro, e a deixei naquela posição de joelhos com o a frente do corpo sobre a cama, nossa foram duas gosadas maravilhosas.
       Voltei ao trabalho e ao amanhecer, depois da troca de turnos, fui embora ainda com a duvida , pois na verdade ainda não estava convencido de que aquela deliciosa morena estaria dormindo ou não, seguindo-se os dias, meu amigo taxista, me liga, perguntando o que havia acontecido, naquela noite com a morena, eu disse que nada aconteceu, pois ao eu ir ao seu apartamento, ela estava dormindo pesadamente e não tive coragem de acorda-la, ele disse que não acreditava, pois ela havia passado no seu ponto de taxi, fula da vida, reclamando com ele, por ele a ter deixado sozinha no quarto, e que ela acordou dormindo de joelhos, debruçada na cama, com a buceta escorrendo porra até o chão, e o mais interessante ela disse é que haviam transado de camisinha, como aquilo poderia estar acontecendo, perguntei se ela não disse se tinha visto algum movimento dentro do quarto, ele me disse que ela não viu nada não se lembrava de nada, só lembrava de ter entrsado com ele no motel, nem lembrava de ele ter me apresentado a ela, desconversei e disse que eu não havia feito nada, pois fiquei com peninha dela por ela estar tão cansada, o que ele me respondeu com uma enorme gargalhada, pois ele sabia a verdade toda pois não era a primeira vez que fazíamos alguma loucura com as mulheres que ele encontrava na rua em plena madrugada.........E assim, aquela deliciosa morena ficou sem saber na verdade o que aconteceu, ou se soube, quis dar uma de santinha, e eu na incerteza de se estava acordada ou não, simplesmente me deliciei e mito naquele monumento de morena, e nunca mais a vi......

LESBIAN.

















NINFAS.












CONTOS.

   Meu Trabalho, Meu Prazer. (História 5 )
Após escreve a minha última história, fiquei pensando nas minhas aventuras, e lembrei-me de uma que vale a pena ser contada, e para não esquecer dos detalhes, já relembrados decidi escrevê-los já.
A algum tempo, aqui nesse mesmo motel em que hoje trabalho, surgiu um cliente, meio complicado, meus amigos já haviam arrumado problemas com ele, mas não me disseram o porque, pedi para que quando ele estivesse na casa, me deixassem atende-lo, pois estava curioso para saber o que acontecia, e olha não me arrependi, o bagulho foi doido.
Meu amigo, me disse, em um dia normal, um dia de semana, cara, você não queria servir esse maluco, então é a sua chance, e me deu a comanda em que constava uma dose de conhaque dreher, coloquei na bandeja e sai para servi-lo, toquei a campainha entrei, coloquei em cima da mesa, e aguardei um pouco para ver se ele saia, estava quase saindo quando ouvi alguém mexendo na porta do quarto, era o cara, ele me deu boa noite, e me perguntou se eu era novo na casa, no qual disse que não que já trabalhava a alguns anos, ele me disse, que já freqüentava a um tempo, mas não me conhecia, assim ficamos conversando por um tempo, até que ele me chamou, e mandou eu olhar na cama, nossa, havia uma mulata, quase negra mesmo, toda deliciosa, dormindo, como a maioria das mulheres gostam de dormir, com uma perna dobrada e outra reta, o que faz com que nos deixe ver toda a sua bocetinha olhando por traz, perguntei se podia tocar, ele disse não, me chamou para saleta, fechou a porta do quarto e me perguntou se eu não estava afim de ganhar um dinheiro, perguntei quanto, ele me disse, cinqüenta reais, perguntei o que teria que fazer, ele me disse que nada era só deixar ele dar uma mamada que me daria o dinheiro, como não sou bobo, falei com ele o dinheiro primeiro, ele sorriu, pediu para esperar e entrou para o quarto, quando voltou, já estava com a notinha na mão, me deu a nota e já foi logo enfiando a mão na minha calça, e desabotoando, louco para dar uma mamada, disse que não podia demorar, ele sorriu e disse que iria me fazer gosar rapidinho, eu já estava de pau duro mesmo, ele colocou logo todo na boca, nossa, o cara tinha uma prática de fazer inveja a algumas mulheres, chupava muito gostoso, hora com carinho, hora com violência, e assim se acabava, mamando igual a um bezerrinho faminto, quando já não estava agüentando mais, disse a ele que iria gosar, ele aumentou a velocidade das mamadas, até que soltei fortes jatos de esperma em sua garganta, o que ele não desperdiçou nem uma gotinha, engolindo tudo e deixando meu pau limpinho, me arrumei e já estava saindo, quando ele me chamou, e perguntou quando eu estaria novamente de plantão disse a ele que todas as noites, ele disse que iria me procurar, concordei e sai, no caminho de volta foi que entendi o porque dos meu amigos estarem com raiva dele, é que eram todos metidos a machistas, e esse tipo de coisas, os fariam homossexuais, bichas ou algo desse tipo, bestas não sabem eles o que perdem com esses falsos puritanismo.
E assim ficou, sempre que o cara voltava ao hotel, eu o servia e servia, descobri quase tudo sobre o cara, era casado, tinha uma filha, era mecânico, com uma grande oficina no mesmo bairro e era muito conceituado perante os amigos e conhecidos, mas tinha um vicio, cheirava um pó, e quando fazia isso, ficava alucinado para sentir uma rola na boca ou no rabo.
E todas as vezes que ele aqui estava eu era mamado gostosamente chegando as vezes a ganhar três mamadas em uma noite e ganhar cento e cinqüenta reais, nessas noites.             Ele chegou uma vez, a mandar eu abrir uma conta, para mim, que ele depositaria uma certa quantia por semana para mim, mas não quis, pois achei que não iria dar certo, continuamos como estava, ele vinha, me chupava e me pagava, até que um dia, falei para ele, que queria que ele trouxesse uma mulher, para mim, que só continuaria se ele fizesse isso, ele disse que tudo bem, que traria, e trouxe mesmo, uma semana depois, que eu falei com ele, um amigo vai servir a um apartamento, e volta me falando, cara, aquele maluco está no apartamento tal, e quer falar com você, perguntei se era agora ou se era para esperar ele pedir alguma coisa, ele disse que era agora.
   Fui, toquei a campainha, ele me manda entrar, e me diz, entra e olha aqui, para ver se essa está boa para você, nossa tinha uma morena muito linda, enrolada na toalha, com uma tulipa na mão cheia de cerveja, cheguei perto me apresentei, pedi o copo, dei uma golada devolvi o copo, e perguntei se poderia tirar a toalha, ela sorrindo consentiu balançando a cabeça, com as duas mãos, fui abrindo a toalha, e me deparei com uma linda ninfeta, não sei a idade, mas pela aparência, a suavidade do rostinho, os traços delicados, não devia ter dezoito anos, fiquei meio apreensivo, pois se fosse menor, deveria ter entrado escondido, pois somos rigorosos com isso, para não termos problemas com a Justiça, me virei para ele e disse, nossa, não precisava tanto, ele sorriu, e disse, é toda sua, pedi para que ele fechasse a porta, que eu havia deixado aberta, ele foi, e eu peguei o copo da mão dela, coloquei em cima do bar que tem dentro do quarto, a puxei para mim e dei-lhe um delicioso beijo, ele voltando da porta, abaixou-se entre nos dois, desabotôo minhas calças, colocando meu pau para fora e caiu de boca, enquanto eu chupava os peitinhos lindo da ninfetinha e já alisava sua gorda bocetinha, ela abriu as pernas, para que eu enfiasse os dedos em sua bocetinha, e ficava olhando o cara me chupar gemendo toda delicada, nossa e a carinha que ela fazia, que coisinha linda, perguntei a ela se ela não queria chupar também, ela nem respondeu, foi se abaixando e disputando minha piroca com ele, ficaram assim hora um chupava meu pau, e o outro lambia minhas bolas, e assim se revezavam e dividiam sem briga minha piroca dura e louca para expelir seu precioso leitinho, quando vi que não iria agüentar muito, pedi para pararem peguei a morena, dei-lhe uns beijos e pedi para que ela deitasse na cama e abrisse as pernas, o que ela fez, mandei que o cara a chupasse que eu queria ver, ele caiu de boca, enquanto isso, abri o bar, peguei uma cerveja enchi o copo que a morena estava bebendo, e fiquei bebendo, para me distrair um pouco, pois ainda queria foder aquela delicia de morena, e não queria ser muito rápido, queria aproveitar, tomei dois copos de cerveja, e o cara chupando ela, notei que ela teve um orgasmo, olhando para mim, com aquela carinha de safada, como se me pedindo para fode-la, deixei ele chupar mais um pouquinho, deitei na cama, e os chamei, me encostei nos travesseiro, e mandei que ele chupassem, e eles dividiram novamente minha pica, deixei por algum tempo, depois pedindo para que ela sentasse no meu pau, de costas para mim, pois queria ficar olhando para bunda dela, era ficou em pé com as pernas abertas e foi se agachando e encaixando meu pau na sua bocetinha, nossa como era quente e apertada, ainda bem que estava bem lubrificada, com a gosada que ela havia dado na boca do cara, e assim ela ficou calvagando enquanto eu com as mãos em sua bunda as abria e a ajudava a cavalgar, e o cara só olhando, mandei que ele ficasse em pé na frente dela e a mandei chupar a piroca dele, e ela o fez sem cerimônias, cavalgava e chupava, e como cavalgava, disse a eles que eu não iria demorar muito pois já não estava mais agüentando, ela ouvindo isso, saiu de cima de mim, deitou-se do meu lado e começou a me chupar, quando ela viu que eu estava quase gosando, chamou ele, e mandou ele chupar, ele caiu de boca, sem dó, enquanto ela alisava e lambia meu saco, o que me dava mais tezão ainda, e me pedia, para que eu enchesse a boca dele de porra que ele gostava e ela queria ver, quando ia gosar, anunciei ela foi dividir com ele as mamadas, nossa gosei feito um touro, e os dois dividam os jatos de esperma, e bebiam meu leitinho, chupando se beijando se lambendo, quando acabei eles ainda ficaram se lambendo se limpando um ao outro, não deixando nem um sinal de esperma no rosto ou em minha piroca, ela ainda ficou mamando mais um pouquinho enquanto meu pau amolecia.
Me recompus e voltei ao trabalho, como já era madrugada alta, não deu para voltar mais no apartamento deles, e eles tinham que ir embora também, pediram a conta, quem ia cobrar era um amigo, pedi para cobrar, ele perguntou o porque, não disse, mas lhe prometi uma boa gorjeta, é que eu na euforia havia esquecido os meus cinquentinha, e tinha que cobrar, pois o trato havia sido feito, uma mulher e mais os cinqüenta, peguei os cinqüenta e mais vinte de gorjeta, dei dez ao meu amigo e ficou tudo certo, ele ainda a trouxe essa morena umas duas vezes mais, o que eu me deliciei, depois trouxe uma outra, que ficou cheia de gracinha e que não aceitava certas coisas, deixei ela de lado mandei ele me chupar, peguei meus cinqüenta e meti o pé, depois desse dia ele não trouxe mais mulher, só vinha me chupar e trazer e cheira o pó dele, uma vez, eu em um mercado, o vi com a esposa e a filha, ele fingiu não me ver, também agi dessa forma, mas depois disso ele não mais freqüentou o motel.